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Entre a Lei e a Paixão Inesperada

Capítulo 4 

Palavras: 861    |    Lançado em: 03/07/2025

itória veio e

sua mãe estava fora de perigo im

tão intenso que suas pernas ced

perado pela dura realidade, o mé

. levará muito tempo para cicatrizar, ela precisará de fisioterapia i

rante e trabalhadora que Maria co

nar, era apenas o começo de

hospital, Ricardo decidiu que ainda não havia p

ou, era um núme

de Ricardo ecoo

ua mentirosa?", ele zombou, "Acho qu

?", perguntou Ma

pessoas que me desafiam, tenho uma pequena s

la do celular de Maria mostrou o i

vam lá, metodicamente destr

ue ela tinha de sua família completa – ela, Ana e

s que ela tinha, suas ferram

em algo que fez o co

ue ela e sua mãe haviam resgatado,

agarrou bruscame

ia no telefone, o pânico

rdo

o seu bichinh

ficou

gústia e fúria que fez as enfer

ou o primeiro ônibus e, quando chegou

tamento estava arro

ão total, móveis quebrados, roupas

etratos de sua família b

or Bolinha, chamando seu nome,

trás do prédio, seu corpinho sem

s, o último pingo de

orou, não lágrimas de tristeza, mas de uma dor tão profund

les haviam destruído sua casa, suas memórias, e

como prova, Maria foi

não havia súplica em seus olhos

mesmo policial que a

, o rosto de

enquanto eles destroem as coisas, ele está apenas no telefone, e não podemos p

! E ele me ligou!

em uma confissão ou uma testemunha ocular que o coloque

m seco e sem humor, "Vocês não s

que aquela porta estava per

o e a morte de seu gato foram

er resquício de simpa

rédio em ruínas, Dona Lúcia

úcia, a voz urgente, "Isso foi um aviso, da p

, respondeu Maria, a

o para todos nós! Desde que você começou essa briga, vivemos

ma vítima, mas como a

assustados e hostis das p

o, e ela estava na bei

comunidade, todos a haviam aban

conseguido iso

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Entre a Lei e a Paixão Inesperada
Entre a Lei e a Paixão Inesperada
“Era para ser um dia de celebração para Maria da Graça e sua mãe, Ana. A bolsa de estudos para a faculdade de direito havia sido aprovada, um sonho prestes a se realizar, comemorado com um simples bolo ao lado da modesta barraca de frutas que as sustentava desde que seu pai, um herói nacional, morreu em serviço. De repente, uma van preta freou violentamente, e quatro homens intimidadores desceram, destruindo tudo, chutando laranjas e rasgando a lona. Ana, na tentativa de proteger o pouco que tinham, foi brutalmente agredida. "Parem! O que vocês estão fazendo?", gritou Ana, antes de ser empurrada. Maria foi forçada a assistir ao espancamento de sua mãe, os gritos de dor e o som dos ossos se quebrando, enquanto ninguém na rua ousava intervir. No hospital, o diagnóstico foi devastador: múltiplas fraturas e traumatismo craniano grave. Na delegacia, recebi bocejos e desprezo. "Isso é um assunto civil, mocinha", disse o policial, ironicamente. Ricardo, o mandante, apareceu no hospital para me humilhar, gabando-se de ter cancelado minha bolsa e de ter a polícia e a justiça em suas mãos. Meus vizinhos, antes amigos, me abandonaram, com medo e me vendo como causadora de problemas. Sozinha e desesperada, com meu apartamento destruído e meu gato covardemente assassinado, a ideia de justiça parecia uma mentira. Mas no meio dos escombros, encontrei a Medalha de Honra do meu pai, um herói de guerra. "No exército, nunca deixamos um dos nossos para trás, nunca." Eu não iria a um juiz ou político. Eu iria aos camaradas do meu pai. Com a medalha em minhas mãos, e a última gota de esperança, me ajoelhei diante dos portões do quartel-general do exército. "Filha de um herói, não se ajoelha para ninguém nesta terra."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10