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De Tolo a Justiceiro

Capítulo 3 

Palavras: 644    |    Lançado em: 03/07/2025

ão de dor silenciosa. Sofia

dia representaram um futuro compartilhado. Cada um

pulso masoquista, abri o

s da nossa confrontação, era uma foto. A mão dele, com o relógio de ouro em destaque, estava entrelaç

l de n

s brutal: "O futuro é br

tado abaixo: "Me

tu

que ela cost

er custado uma fortuna. Provavelmente o equivalente a dois anos do meu trabalho escravo. O dinhei

nada. Eu nunca recebi um presente dela. Nem um simples relógio. A única coisa q

udo. Roupas de grife, relógios caros, um anel de noiv

l, mas eu me sentia um estrangeiro. As luzes de neon, os sons dos carros, as pessoas

inho, complet

o que dificultava a respiração. Eu me sentei em u

inda esperava. Esperava que ela ligasse. Que ela aparecesse, chorando,

ne permanece

do; ela estava me substituindo, publicamente, sem um pingo de remorso. Ela

emente de esperança dent

deixou, algo novo

. Era uma clarez

não iria mais esperar. Eu

sonhos, meu dinhei

egar tudo

uma nova e gelada determinação, eu peguei meu

os. Eu não estava procurando uma fuga. E

ssagem. Só de

Semana de Moda, o evento mais importante da carreira d

o que eu

io não me incomodava mais. A

táxi para

Ricardo que amava Sofia. Deixei para trás

arcaria em Paris s

cre

cobrar a minha

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De Tolo a Justiceiro
De Tolo a Justiceiro
“Este deveria ter sido o dia mais feliz da minha vida. Eu era Ricardo, um arquiteto promissor, voltando para os braços da mulher que amei por cinco anos, Sofia. Eu vendi meu suor e sangue por ela em um país distante, um inferno de trabalho e solidão. Tudo para construir o sonho dela, nosso. Mas ao invés de reencontro, o que me esperava era a voz dela, sussurrando para um amante na minha própria cama. "Pedro, querido, Ricardo ainda é útil para mim. Ele é apenas um trampolim. Um tolo apaixonado que acredita em cada palavra que eu digo." Todo o meu sacrifício, a cada moeda enviada, foi para pagar relógios de luxo e a vida de um parasita. Minhas mãos calejadas, meu corpo exausto, tudo desprezado. A bile subiu pela minha garganta, cravando uma dor profunda no meu peito. Eu não era mais o Ricardo ingênuo, eu era um fantasma faminto por justiça. No dia da "coroação" do império dela em Paris, eu estava lá, um convidado indesejado. Ela e Pedro tentaram me fazer de louco, de ex-namorado amargurado. Mas quando a bolsa dela caiu, revelando um ultrassom, e o Professor Andrade, seu mentor, me acusou de assédio, a palavra "divórcio" se tornou um grito de guerra. Eu não queria mais nada, só liberdade. Mas eles me forçaram a jogar o jogo deles, um jogo que eu dominava. Eu ia pegar de volta tudo que era meu. Com juros.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10