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O Amor Que a Morte Não Apagou

Capítulo 4 

Palavras: 707    |    Lançado em: 03/07/2025

i como um soco no estômago. O ar faltou-me nos pulmões

bem?" perguntou o

a fazer uma cena. Gosta de

e Leonel. Eu não sabia o que ia dizer ou

O seu sorriso perfeito

esagradável," disse ela,

sua expressão era

que quere

meu lado, passando um braço pos

a Juliette," disse ele a Leon

Tiago com desprezo

Sofia, olhando para Tiago com um nojo mal disf

egou na mão de Sofia e afastou-se, ignorando

isky. Bebi de um só trago, esperando que o álcool anestesi

gio, o único lugar onde eu podia ser eu mesma. Os azulejos inacaba

ue era a minha mãe, vinda para me

on

orta atrás de

ez?" perguntou ele, a

nte. "Ele não é nada. Tu é q

ireção. Agarrou-me pel

onge da Sofia! Se ele se aproxi

stadora. Mas não era

urrando-o. "Ela é a tua noiva perfeita!

um beijo de raiva, de frustração, de um desejo que ele se recusava a admitir. Ele rasgou a minha blusa, as su

m estridente quebrou o feitiço. Era a minha mã

gou-me, furioso! Disse que o teu namora

egou no

te está comigo. E ela não vai voltar a sair co

telemóvel contra a par

na minha cabeça era insuportável. Abri os olhos e vi que

? A minha mãe?

sto esta

passa?"

Ela piorou. Es

ou co

ão

peti, levantando-me,

do um AVC. Estava nos seus últimos momentos. Entrámos

hou para Leonel. A sua v

a-me... jura-me que nunca..

ara mim. Havia ódio na

," ela i

Leonel. Ele olhou para m

, mãe. E

uspiro a escapar-lhe dos

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O Amor Que a Morte Não Apagou
O Amor Que a Morte Não Apagou
“Eu segurava o relatório médico, cada palavra um prego no meu caixão. Um tumor cerebral terminal. Três meses, na melhor das hipóteses. Nesse mesmo dia, o jornal anunciava o noivado de Leonel Contreras com Sofia. Ele, o meu ex-namorado. O meu meio-irmão. O homem que eu amava mais que a própria vida. Amassei o papel. Se a morte se aproximava, eu não a passaria num hospital. Iria lutar para ter de volta o que era meu. Eu sabia que ele me desprezava, que me via como uma manipuladora, a filha da mulher que destruiu a sua família. O ódio nos seus olhos era um espelho do meu próprio desespero. Mas a verdade era que eu estava a morrer. E ele, o único que eu queria ao meu lado, escolheu humilhar-me, rejeitar-me, e expor a minha intimidade para o país inteiro. Um dia, ele atendeu o telefone e ouviu a marcha nupcial. Eu estava a morrer, esfaqueada num armazém escuro, e ele estava no altar. Mas o destino tinha outros planos. O monitor cardíaco na igreja parou, e a minha morte revelou uma trama de mentiras e traições. Anos mais tarde, numa nova cidade, com um novo nome, senti um inexplicável regresso a casa ao entrar numa sala de reuniões. E à cabeceira da mesa, estava ele, com os mesmos olhos.”