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O Amor Que a Morte Não Apagou

Capítulo 5 

Palavras: 531    |    Lançado em: 03/07/2025

go e contínuo. Clara estava morta. O

e por um longo momento, antes de se virar para mim

sua voz desprovida

braçando-o. Ela olhou para mim por cima do

quarto, expul

condizer com o meu estado de espírito. Eu estava no fundo d

de vermelho vivo. Um vestido justo e decotado, completame

para Leonel, que estava a

com uma tristeza fingida. "A Juliette ficou tão destroçada qu

a facada. Ela estava a culpar-

ntenso que me fez recuar. Ele pegou num ramo de lírios br

!" gritou ele, a sua voz a

ão foi pública e total. A minha mãe agarr

enviar-lhe mensagens. Ele não respondeu. Blo

constantes. Os medicamentos já não faziam efeito. A minha

. Um arranha-céus de vidro e aço n

la. Abri a porta do seu escritório. Ele estava lá, sent

em surpresa. A sua expre

inda queres de

amos de

tamos de volta ao ponto zero. Tu és a filha da mulher que destruiu a minh

as afiadas. Cada uma cortav

sse seca e violenta que me abalou o corpo todo. Tent

sangue. Vermelho vivo

e também viu. O seu rosto, antes uma máscara de frieza,

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O Amor Que a Morte Não Apagou
O Amor Que a Morte Não Apagou
“Eu segurava o relatório médico, cada palavra um prego no meu caixão. Um tumor cerebral terminal. Três meses, na melhor das hipóteses. Nesse mesmo dia, o jornal anunciava o noivado de Leonel Contreras com Sofia. Ele, o meu ex-namorado. O meu meio-irmão. O homem que eu amava mais que a própria vida. Amassei o papel. Se a morte se aproximava, eu não a passaria num hospital. Iria lutar para ter de volta o que era meu. Eu sabia que ele me desprezava, que me via como uma manipuladora, a filha da mulher que destruiu a sua família. O ódio nos seus olhos era um espelho do meu próprio desespero. Mas a verdade era que eu estava a morrer. E ele, o único que eu queria ao meu lado, escolheu humilhar-me, rejeitar-me, e expor a minha intimidade para o país inteiro. Um dia, ele atendeu o telefone e ouviu a marcha nupcial. Eu estava a morrer, esfaqueada num armazém escuro, e ele estava no altar. Mas o destino tinha outros planos. O monitor cardíaco na igreja parou, e a minha morte revelou uma trama de mentiras e traições. Anos mais tarde, numa nova cidade, com um novo nome, senti um inexplicável regresso a casa ao entrar numa sala de reuniões. E à cabeceira da mesa, estava ele, com os mesmos olhos.”