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O Amor Que a Morte Não Apagou

Capítulo 2 

Palavras: 845    |    Lançado em: 03/07/2025

rédio e subi as escadas a correr, o meu coração a bater descontr

a festa privada. Leonel estava no centro, a rir com u

minha voz soando mais alta

ram. Todos se vir

tás a fazer?" Leonel perguntou

, olhando para cada uma das pe

-me um olhar venenoso antes de ser arrastada para fora por

louca?" e

do bolso e abri um vídeo. Era antigo, de há muitos anos. Nós

te disto,

ã, o seu rosto uma m

e que

ois meses antes do teu casament

e sem alegria. "Es

ses. É tudo o que peço. Depois, de

utarem o meu rosto. Eu esperava que ele explodisse, que me insu

em. Doi

dém na sua voz era claro. Para ele, isto era apen

uxo. O silêncio era pesado. Estendi a mã

el?" sussurrei, a minha

mpre a precisar da atenção de alguém,"

uma dor aguda atravessou a minha cabeça. Fechei os olhos com força,

ele perguntou, not

ando a minha mão. "S

Olhou para mim com desconfiança, como se eu

tão cheia d

dizer-lhe a verdade. Ele não acreditaria. E mesmo que acr

tocou. Era a m

e quer dar um jantar de família para celebrar o regr

minha mãe. Sempre mais preocupada com a

, mãe. Nó

Leonel olho

e família

r as aparências

tentavam desesperadamente projetar uma imagem de família feliz e unida.

e camarões à minha frente. "Co

tes que eu pudesse dizer alguma coisa, a mão de

," disse ele, a

eu surpreendida.

e respeito. Mas ele. Ele lembrava-se. Um pequeno detalhe, mas para

a mãe, mudando de assunto. "O filho do Dr. Almeida. Um rapaz tão bo

telemóvel, a sorrir para uma mensagem. Provavel

e eu, a minha voz vaz

não pensar nele, par

A tensão no carro era palpável. Ele parou em

ilho do médico?" ele perguntou,

" retorqui. "Não és

olhou, e a tensão entre nós

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O Amor Que a Morte Não Apagou
O Amor Que a Morte Não Apagou
“Eu segurava o relatório médico, cada palavra um prego no meu caixão. Um tumor cerebral terminal. Três meses, na melhor das hipóteses. Nesse mesmo dia, o jornal anunciava o noivado de Leonel Contreras com Sofia. Ele, o meu ex-namorado. O meu meio-irmão. O homem que eu amava mais que a própria vida. Amassei o papel. Se a morte se aproximava, eu não a passaria num hospital. Iria lutar para ter de volta o que era meu. Eu sabia que ele me desprezava, que me via como uma manipuladora, a filha da mulher que destruiu a sua família. O ódio nos seus olhos era um espelho do meu próprio desespero. Mas a verdade era que eu estava a morrer. E ele, o único que eu queria ao meu lado, escolheu humilhar-me, rejeitar-me, e expor a minha intimidade para o país inteiro. Um dia, ele atendeu o telefone e ouviu a marcha nupcial. Eu estava a morrer, esfaqueada num armazém escuro, e ele estava no altar. Mas o destino tinha outros planos. O monitor cardíaco na igreja parou, e a minha morte revelou uma trama de mentiras e traições. Anos mais tarde, numa nova cidade, com um novo nome, senti um inexplicável regresso a casa ao entrar numa sala de reuniões. E à cabeceira da mesa, estava ele, com os mesmos olhos.”
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