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Laura: Renascida das Cinzas

Capítulo 2 

Palavras: 798    |    Lançado em: 03/07/2025

começou com a ch

ele a apresentou como a irmã mais nova de um amigo

ó até se reerguer," ele explicou, seu tom casual de

eciam carregar o peso do mundo, ela se encolhia atrás de Marco

ndo a mão, mas ela apenas acenou

olocando um braço protetor ao redor dos

, uma mistura de pena e um desconforto profundo, a c

empo que precisar," eu res

visível, mas eu a sentia em todos os lugares, no jeito que Marcos baixava a voz quando falava com ela,

a vida," ele dizia quando eu o questi

ta feia que eu tentava ignorar, eu me sentia culpada

em que v

ara estava entreaberta, ela estava em frente ao espelho, e

feu de

ada detalhe daquela peça, a pequena imperfeição na borda do

reso nos meus pulmões, eu me a

mbor furioso nos meus ouvidos, a promessa de Marcos, sua ju

a caixa de veludo vazia na minha mão, meu c

minha voz um sussurro perigoso

e pela primeira vez, vi um lampejo de p

, o qu

ra um esforço. "O colar da minh

s nenhum som saiu, ele parecia um homem pego em

sando," ele finalmente con

que é, Marcos? Uma coincidência cósmica? Ou voc

ela me lembrou de você naquela época, tão vulnerável, tão n

tão insultuosa, que por um mo

istória," eu disse, minha voz subindo. "E você a deu para

em raiva. "Significa que eu pude fazer por ela o que eu não pude fazer

. "Aquele colar era a única coisa que eu tinha da

ao redor da casa luxuosa. "Isso não é suficiente? V

mo um soco no estômago, ele não via, ele n

ndo-o em um gesto de caridade para uma estranha, e ao fazer iss

enterrada, esquec

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Laura: Renascida das Cinzas
Laura: Renascida das Cinzas
“O cheiro de tinta a óleo agora era só uma lembrança distante, afinal, fazia cinco anos que eu, Laura, a pintora promissora, trocara meus pincéis pela sombra do sucesso de Marcos, meu então namorado. Ele, um arquiteto ambicioso, retornava sempre tarde para nossa mansão, sua voz, antes melodia, agora apenas um ruído de fundo na minha cozinha, onde eu preparava jantares que ele mal notava. Naquela noite, meu mundo virou de cabeça para baixo quando vi o camafeu de safira da minha avó, minha única herança de valor, não no meu peito, mas pendurado no pescoço de Clara, a "amiga" órfã que ele acolhera em nossa casa. Marcos admitiu ter recomprado e dado o colar a ela, alegando que Clara, em sua fragilidade, o lembrava de mim em nossos tempos difíceis, e que por ela, ele conseguia fazer o que não fez por mim no passado. A dor e a humilhação me dilaceraram quando ele, ao ver meu tornozelo quebrado por um tombo "acidental" causado por Clara, se preocupou mais com o bolo de quinhentos reais do que comigo, e me levou a um pronto-socorro barato, reclamando do custo da bota ortopédica, tudo isso enquanto gastava uma fortuna em joias para ela. Eu não era mais sua parceira, eu era seu alicerce, enterrada, esquecida e substituída, e a cruel verdade me atingiu: para ele, eu não tinha valor algum. Mas aquela noite, enquanto Marcos e Clara riam e tramavam minha remoção, uma decisão se formou em mim, fria e dura como um diamante: ele não me reconhecia mais? Bom. Porque eu também não me reconhecia, e estava na hora de encontrar a mulher que ele e Clara haviam tentado enterrar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 2527 Capítulo 2628 Capítulo 2729 Capítulo 2830 Capítulo 29