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Assinando o Fim do Amor

Capítulo 4 

Palavras: 571    |    Lançado em: 03/07/2025

o assinados em mãos, Ana

isalhos, olhou para os documentos e depois

em certeza disso? Este é o

e Pedro como se fo

rteza", respondeu

u a cabeça, aje

m casal tão bonito nas revist

ma pontada d

para

país,

homem que a deixou sozinha no m

re é real, senhor. E o amor não

ão direta que o ofici

éis com uma força desneces

s para ser finalizado. O seu mari

i. Obr

tindo o peso do mundo se

Estava a

r no supermercado de luxo perto de sua casa para

rrinho pelo corredor de

corredor de do

arrotado de chocolates, ba

ostava, e que Pedro sempre d

com um entusiasmo infantil, e Pedro

cia feli

e uma prateleira de vin

era

fria e dolorosa da

ntrolou os gastos, economi

o mais caro ou um azeite especial e des

fortuna em guloseimas para outr

nho no meio do corredor

é parar em frente a uma butique cara,

e, havia

les, de linho,

te, discre

semanas antes e pensado: "É li

o, ela percebe

stido, ma

trou n

de cima a baixo, c

o se i

quele vestido da v

vestido vesti

r sido fei

spelho e viu uma

começando a se escol

eu próprio cartão de crédito, o d

sensação de poder e au

a sacola na mão, se

passos que ela daria, por

-

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Assinando o Fim do Amor
Assinando o Fim do Amor
“Minha mãe havia falecido há um mês, e o luto abriu um buraco no meu peito. Pedro, meu marido, o famoso jogador de futebol, estava mais preocupado em atender Larissa, sua ex-namorada, do que em me dar apoio. "Eu sinto muito. Mas o que você quer que eu faça? Pega um táxi. Me mantém informado", ele disse, desligando o telefone na minha cara, enquanto minha mãe agonizava no hospital. Naquela noite, a ficha caiu: eu estava completamente sozinha. De volta do funeral, Pedro jogava videogame no sofá, mal me olhando, enquanto eu voltava com as cinzas da minha mãe. Ele não notou minha dor, só se importou em me avisar que a Larissa tinha trazido um bolo – sempre ela. A humilhação atingiu o ápice quando Pedro decidiu cozinhar, pela primeira vez em cinco anos de casamento. Não para mim, mas para Larissa, que viera jantar porque seu cachorrinho estava doente. Meu marido jogava sal na minha ferida aberta, no meu luto. Eu só queria acabar com tudo, mas sabia que Pedro jamais assinaria o divórcio se soubesse o que era. Ele era orgulhoso demais para admitir o fracasso. Mas eu tinha um plano. Misturei os papéis do divórcio aos contratos de patrocínio que ele nunca lia, e o observei assinar, com sua letra grande e arrogante, enquanto falava com Larissa ao telefone, sorrindo. Ele estava tão cego pela outra que nem percebeu que, naquele instante, assinou o fim do nosso casamento. Ainda não havia notificação oficial. E a dor me corroía por dentro, a raiva me consumia. Como pude ser tão invisível para o homem que jurei amar? Eu não queria vingança, queria justiça, e acima de tudo, minha liberdade. E então, minha jornada de libertação começou, silenciosa, mas implacável, onde cada gesto, cada palavra, seria um passo para a minha verdadeira independência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10