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Vingança Tem Sabor Baunilha

Capítulo 3 

Palavras: 643    |    Lançado em: 03/07/2025

abafado de vozes do la

roupa. Seu corpo ainda doía, uma dor surda e constante, mas a agonia

hados, apenas ouvindo. A

idente. Essas coisas acontecem" , dizia

te que via o casamento de seu filho com Sofia como uma aliança de negócios vantajosa, unindo o ta

soou, falsamente indignada. "Ela foi de

iando-a. "O importante é que ela está bem. E precisamos manter

a sobre o fato de ela ter sido envenenada. Era apenas um "incidente" a ser con

Ele era um homem alto, impecavelmente vestido, cujo s

cordou" , disse ele, aproximando-se d

ca. Sofia viu um lampejo de repulsa em seus olhos quando ele olhou para o rosto pálido

de uma simpatia artificial. "Lucas está desolado. Mas não

oportun

não um filho. A frieza daquelas palavra

apenas o encarando com olhos vazios. E

s você precisa ser forte. Pelo Lucas. P

o de to

parecia uma repetição inter

an

sobrinha órfã, a peça de caridade, a menina talentosa que era útil, mas nunca verdadeiramente parte da família. Dez anos cuidando da avó doente e mantendo a conf

o amor de Lucas e a promessa de uma nov

ela tin

o de descanso, uma viagem para ela e Lucas quando ela se recuperasse. Promessa

as, na dolorosa percepção de que sua vida inteira tinha s

rado a única coisa que

ar, não para dar lugar ao calor, mas

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Vingança Tem Sabor Baunilha
Vingança Tem Sabor Baunilha
“O cheiro de baunilha e açúcar, que antes era conforto, de repente virou sufoco. Era meu aniversário, e a família que eu tanto amava se reuniu para me destruir. Minha tia Isabel, com um sorriso falso, ofereceu um bolo: uma obra de arte da confeitaria que se tornou minha ruína. Enquanto a doçura se desfazia na boca, uma dor cortante me atingiu, arrancando de mim não só o ar, mas também o filho que Lucas e eu esperávamos. O sangue manchou meu vestido claro, revelando a tragédia. Minha tia e primas, com sorrisos cruéis, me acusaram de ser descuidada, riram da minha perda e me humilharam, enquanto Lucas, o homem que eu amava, as escolheu, culpando-me pela morte do nosso bebê. Cada palavra era veneno, e a dor no meu ventre era uma faca, mas a dor no meu coração era mil vezes pior: eles haviam me roubado tudo. Dez anos da minha vida, desde que fui acolhida como a órfã marcada, foram uma mentira de manipulação, onde meu valor era apenas meu talento e meu útero, e agora, com meu filho perdido, vi a verdade: eu era um peão. Em meio ao caos, uma clareza fria me atingiu: não havia mais lugar para mim ali, nem para a Sofia "fragilizada" que eles criaram e controlavam. Com o garfo ensanguentado em minhas mãos, rasguei meu próprio rosto sobre as cicatrizes antigas, transformando meu passado em feridas presentes, uma declaração de guerra silenciosa: minha história não pertencia mais a eles. Minha risada ecoou pela mansão – o som de correntes se quebrando, de uma alma se libertando. Eu não era mais a boneca quebrada, mas sim a sobrevivente que, marcada e livre, fugia para nunca mais olhar para trás.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10