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Vingança Tem Sabor Baunilha

Capítulo 2 

Palavras: 587    |    Lançado em: 03/07/2025

Sofia até a porta, cruzando os

s vão pensar?" , disse ela, a preocupação em sua voz soando

te" , disse Sofia, a

desagradável que

m rosto estragado. Acha mesmo que o Lucas vai querer ficar com você agora? Sem

restava a Sofia. E por um momento, quase funcionou. A menção ao seu rosto

entro dela: uma calma fria, uma clareza cortante. O choque a prot

xpressivo. Não havia lágrimas, ne

sma com a firmeza de sua voz. "Você é a dona desta ca

sa, o olhar fix

r isso, estou saindo. O

rimas, um colapso. Ela não estava preparada para essa aceitação fria e lógica. Por um segundo, a

aquele breve mome

damente, em direção ao corredor que levava ao seu pequeno quarto nos fundos da casa. Cada passo era

lsa. Seu telefone. Qual

hou para trás. Não olhou para Lucas, que agora estava de pé, paralisado entre a preocupação com ela e a influê

inhou, focada

deu. Suas pernas fraquejaram e suas mãos tremeram enquanto ela se apoiava n

ora chamada Lúcia que sempre fora ge

era!" , exclamou Lúcia, o pânico em sua

exaustão. A última coisa que ela viu antes de a escuridão a engolir foi o rost

vencido. P

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Vingança Tem Sabor Baunilha
Vingança Tem Sabor Baunilha
“O cheiro de baunilha e açúcar, que antes era conforto, de repente virou sufoco. Era meu aniversário, e a família que eu tanto amava se reuniu para me destruir. Minha tia Isabel, com um sorriso falso, ofereceu um bolo: uma obra de arte da confeitaria que se tornou minha ruína. Enquanto a doçura se desfazia na boca, uma dor cortante me atingiu, arrancando de mim não só o ar, mas também o filho que Lucas e eu esperávamos. O sangue manchou meu vestido claro, revelando a tragédia. Minha tia e primas, com sorrisos cruéis, me acusaram de ser descuidada, riram da minha perda e me humilharam, enquanto Lucas, o homem que eu amava, as escolheu, culpando-me pela morte do nosso bebê. Cada palavra era veneno, e a dor no meu ventre era uma faca, mas a dor no meu coração era mil vezes pior: eles haviam me roubado tudo. Dez anos da minha vida, desde que fui acolhida como a órfã marcada, foram uma mentira de manipulação, onde meu valor era apenas meu talento e meu útero, e agora, com meu filho perdido, vi a verdade: eu era um peão. Em meio ao caos, uma clareza fria me atingiu: não havia mais lugar para mim ali, nem para a Sofia "fragilizada" que eles criaram e controlavam. Com o garfo ensanguentado em minhas mãos, rasguei meu próprio rosto sobre as cicatrizes antigas, transformando meu passado em feridas presentes, uma declaração de guerra silenciosa: minha história não pertencia mais a eles. Minha risada ecoou pela mansão – o som de correntes se quebrando, de uma alma se libertando. Eu não era mais a boneca quebrada, mas sim a sobrevivente que, marcada e livre, fugia para nunca mais olhar para trás.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10