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O Preço da Ingenuidade

Capítulo 2 

Palavras: 626    |    Lançado em: 03/07/2025

nta de seu corpo. Ela trancou a porta e pegou o celu

soou sonolenta do

urrou, a voz embargada pelo desespe

atrícia podia ouvir a respiraçã

la sabe? O qu

inou, mas ela recusou! Ela jogou tudo na pia e me acusou!

unhas, um hábito nervoso

, Rafael. Fria, assustado

mais alerta. "Não entre em pânico. Talvez ela só es

erança... Não tem como ela ter só ouvido. É como s

ra conseguir o que queria. Ele e Patrícia eram amantes há anos, unidos pela ambição e pelo desejo de destruir Luana. Para ele, Luana era

gora tensa. "Mas não é o fim do mundo. Ainda tem

rês d

Precisamos pensar em outro plano.

ratégias. Luana, no quarto ao lado, podia ouvir os murmúrios abafado

da passada, Patrícia lhe deu o suco no dia da entrega do projeto. M

s d

to se formou e

m mais do que

da arruinada. Mas essa miséria também lhe deu algo: conhecimento. Ela se lembrava de cad

Sua mente, antes nublada pela dor,

s importantes, a traçar uma estratégia. Ela não

garantir sua vaga na faculdade. Iria to

ular vibrou sobre a mesa.

ado com Patrícia e Rafael

deria ser? Ninguém além dela s

o momento. Uma sensação estranha a pe

ndo o pensamento. Não importa

esma e a certeza

ogou o celular de lado. Pegou seus livros e me

do. E as regras,

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O Preço da Ingenuidade
O Preço da Ingenuidade
“Cinco anos atrás, na véspera do concurso dos meus sonhos, minha vida desmoronou. Minha meia-irmã, Patrícia, e meu namorado, Rafael, armaram uma cilada: me acusaram de plágio. Fui desqualificada e deserdada pelo meu pai, enquanto Rafael, o "salvador", me convenceu a morar com ele, grávida e sozinha. Aceitei, e vivi cinco anos de miséria, esperando por ele, que dizia estar "estudando no exterior". Quando Rafael voltou, a verdade cruel se revelou: ele e Patrícia eram amantes, e tudo não passava de um plano para me destruir, roubar minha herança e a bolsa de estudos. "Você sempre foi tão ingênua, Luana. Achou mesmo que o Rafael te amava? Ele só queria o dinheiro do nosso pai." Confrontei-os, e a dor da traição me levou a correr sem rumo pelas ruas, cega pelas lágrimas. O som de pneus cantando no asfalto molhado foi a última coisa que ouvi, antes da dor aguda e da escuridão. Morri com o coração cheio de ódio e arrependimento, por ter sido tão cega e confiado nas pessoas erradas. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela do meu antigo quarto, e eu estava sentada em minha escrivaninha, o projeto de design quase finalizado à minha frente. A voz de Patrícia, falsamente doce, me fez estremecer: "Você parece cansada. Fiz um suco energético pra te dar uma força." Era o mesmo suco. O mesmo veneno. Desta vez, seria diferente. Peguei o copo da mão dela e despejei o líquido na pia, sentindo a raiva subir como lava. "Você chama isso de ajuda? Tentar me drogar para roubar meu futuro?" O sorriso dela desapareceu, substituído por choque e incredulidade. "Eu não sei do que você está falando." "Sabe sim. Você e o Rafael. Eu sei de tudo. O plano de vocês para me destruir, para roubar a bolsa, para ficar com a herança do papai." O jogo de mentiras havia acabado. Agora, a caçada começava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10