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O Preço da Ingenuidade

Capítulo 3 

Palavras: 705    |    Lançado em: 03/07/2025

sação de estar sendo observada voltou, mais forte do que antes. Ela o

ncentrar em sua revisão, espalhando s

ra, algo caiu de dentro de um de seus cadernos. Er

agem da noite anterior, m

cia e Rafael. Eles

orte, cada letra desenhada

mais rápido. Seus olhos passaram pelos outros estudantes, até

entrado em um livro, mas quando

dr

razendo consigo uma enxurrad

lvez até mais talentoso que ela. Ele era quieto, observad

, ela se

es de apresentações importantes. Um arquivo corrompido, um material que

Pequenas, mas eficazes, orquestradas por Patríc

lo de plágio explodiu, Pedro foi uma das poucas pessoas que não a olhou

xa. "Não acredite em tudo o q

gistrou suas palavras. Mas agora, elas ressoa

u pelo menos

eceu depois do concurso. Ninguém mais ouviu falar do talentoso

de volta, seus olhos escuros e intensos. Havia um entendimento si

a um a

ão batendo forte com uma nova det

la não precisava mais do aviso, mas a certeza de

ela colocou seu

gar onde fofocas e segredos corriam soltos. Com os

Plágio no Concurso de Design: A Verdade

java drogar sua "meia-irmã talentosa" para trocar seu projeto por um plagiado, tudo com a ajuda de se

plantou a semente da dúvida, usand

ertou

o foi i

u. O post se espalhou como fogo em palha seca. Em minutos

dade de design sabiam exatamente de quem se tratava. O relaciona

os de WhatsApp e redes sociais. A história da "meia-irmã invejosa"

tebook, um sorris

passo. A tempestade es

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O Preço da Ingenuidade
O Preço da Ingenuidade
“Cinco anos atrás, na véspera do concurso dos meus sonhos, minha vida desmoronou. Minha meia-irmã, Patrícia, e meu namorado, Rafael, armaram uma cilada: me acusaram de plágio. Fui desqualificada e deserdada pelo meu pai, enquanto Rafael, o "salvador", me convenceu a morar com ele, grávida e sozinha. Aceitei, e vivi cinco anos de miséria, esperando por ele, que dizia estar "estudando no exterior". Quando Rafael voltou, a verdade cruel se revelou: ele e Patrícia eram amantes, e tudo não passava de um plano para me destruir, roubar minha herança e a bolsa de estudos. "Você sempre foi tão ingênua, Luana. Achou mesmo que o Rafael te amava? Ele só queria o dinheiro do nosso pai." Confrontei-os, e a dor da traição me levou a correr sem rumo pelas ruas, cega pelas lágrimas. O som de pneus cantando no asfalto molhado foi a última coisa que ouvi, antes da dor aguda e da escuridão. Morri com o coração cheio de ódio e arrependimento, por ter sido tão cega e confiado nas pessoas erradas. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela do meu antigo quarto, e eu estava sentada em minha escrivaninha, o projeto de design quase finalizado à minha frente. A voz de Patrícia, falsamente doce, me fez estremecer: "Você parece cansada. Fiz um suco energético pra te dar uma força." Era o mesmo suco. O mesmo veneno. Desta vez, seria diferente. Peguei o copo da mão dela e despejei o líquido na pia, sentindo a raiva subir como lava. "Você chama isso de ajuda? Tentar me drogar para roubar meu futuro?" O sorriso dela desapareceu, substituído por choque e incredulidade. "Eu não sei do que você está falando." "Sabe sim. Você e o Rafael. Eu sei de tudo. O plano de vocês para me destruir, para roubar a bolsa, para ficar com a herança do papai." O jogo de mentiras havia acabado. Agora, a caçada começava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10