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O Retorno de Isabella

Capítulo 1 

Palavras: 830    |    Lançado em: 03/07/2025

rio da masmorra grudava na minha pele, e a escuridão era

ram sinos de celebração, mas o som pesa

ha ex

traram, suas armaduras faziam um barulho

vieram

idade que não pertencia a este lugar im

ernura que um dia fora minha, estava Ric

não alcançava seus olhos frios. "Vim me despedir. Nã

de Valéria, havia sido acusada de traição contra o império. Meu

"Eu falsifiquei as cartas. Eu plantei as 'provas' no esc

s, que antes me prometiam o mundo

abella. Sempre tão arrogante, tão cheia de si.

, um som del

rtuna... e Ricardo. E em breve, serei a nova Duqu

m a verdade que me rasgava por dentro. A

ara a praça pública. A multidão grita

tima coisa que vi antes da lâmina descer fo

.. Se eu pudesse voltar... Eu f

dor

uri

ão...

, mas a flores e cera de vela. Eu não estava em u

quarto, no palácio do Ducado. O sol da tarde entr

de uma jovem, sem as cicatrizes e a s

m. Com dezesseis anos. Seu rosto era fresco, c

baile magnífico, o mesmo que us

em que tudo com

briu e uma c

bem? A festa já começou. Seu pai, o D

Eu realme

, um som que começou com descrença e se

coisas seria

nobres, a música era alegre, as luzes dos candela

ão eu

ôni

o, brilhando sob a luz, estava o grampo de safira. O grampo que o Imperador, meu tio,

sabia o

o ro

mesmo ela sendo apenas a filha de uma concubina que meu pai trouxe para casa ap

veria bondade. Nã

ção. A música pareceu parar, e

gando e sorriu, um

nte desceu. Estávamo

rente. E, com toda a força que a raiva e a dor

A

pelo salão

cong

sto, seus olhos arregalado

ue você fez?"

a, meu rosto uma

ssão para usar o me

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O Retorno de Isabella
O Retorno de Isabella
“O cheiro de mofo e morte ainda pairava, a escuridão da masmorra grudada na minha pele. Lá fora, os sinos dobravam, não em festa, mas anunciando minha execução pelo crime de traição que não cometi. A porta rangeu, e neles vi as figuras de Verônica, minha meia-irmã, e Ricardo, meu noivo. "Eu falsifiquei as cartas, plantei as provas. Ricardo me ajudou" , Verônica sussurrou, seu sorriso frio rachando meu mundo. Ricardo, cujo toque um dia prometera o mundo, olhou-me com desprezo: "Você nunca foi o suficiente para mim, Isabella. Verônica, sim, ela sabe como tratar um homem." A lâmina desceu, e a dor da traição era excruciante, pior que a própria morte iminente. Se eu pudesse ter outra chance, eles pagariam, eu jurei. Então, a escuridão cedeu à luz. Abri os olhos, em meu quarto, nos meus lençóis de seda, não na pedra fria da prisão. Corri para o espelho: era eu, aos dezesseis anos, no dia da minha festa de debutante – o dia em que tudo começou a desmoronar. Eu havia retornado. Uma risada fria escapou dos meus lábios, uma melodia de vingança ressoando na promessa de que, desta vez, tudo seria diferente. Desci as escadas para o salão de baile e a vi: Verônica, com o grampo de safira que meu Imperador tio me dera, roubado e brilhando em seu cabelo. Ela sorriu, um sorriso falso e doce. Eu a encarei, a raiva e a dor de uma vida passada fervendo. E dei-lhe um tapa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10