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O Retorno de Isabella

Capítulo 2 

Palavras: 725    |    Lançado em: 03/07/2025

odos os olhos estavam fixos em nós. O tapa a

Lágrimas começaram a brotar em seus grandes e inocent

alsa mágoa. "Eu encontrei este grampo no chão do seu quarto. Pensei que você

as outras damas,

ada para te magoar

eu teria acreditado nela. Teria me desculp

não

minha voz clara e firme

ram por um instante, surpres

nós. "Este grampo foi um presente do Imperador. É uma peça única. Você sabia e

ra o grampo e

, tornando-se perigosamente calma. "Desde quand

a sua maior insegurança. Ela era a filha

este ducado. Você é Verônica, a filha de uma concubina. Seu lugar não é ao meu l

ada de família feliz que meu pai insistia em manter. Esta

" , ela implorou, as lágrimas agora re

-se" , eu

um passo, h

qu

algo que pertence à filha do Duque

o para um ponto sem retorno. Eu precisava ver quem

esperava, e

lla! Já

ra de raiva e desapontamento. Ele foi direto para o lado

tá ele. O

para o rosto choroso de Verônica. "Por que você

o frio surgindo em meus lábios. "Este é um assunt

não estava acostumado

a criança mimada e intratável!" ele rosnou, usando a palavra que ele usaria para

da genuína e ch

ocê está me ouvindo? Ela roubou de

rou os

nse na sua reputação. Pense na reputação das nossas famílias. Você qu

do e a pressão social para me forçar

va a ele estava morta, ente

" , perguntei, levantando uma sobr

ão he

, pare com este espetác

condia atrás dele como uma donzela indefesa. A mes

ez, o rotei

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O Retorno de Isabella
O Retorno de Isabella
“O cheiro de mofo e morte ainda pairava, a escuridão da masmorra grudada na minha pele. Lá fora, os sinos dobravam, não em festa, mas anunciando minha execução pelo crime de traição que não cometi. A porta rangeu, e neles vi as figuras de Verônica, minha meia-irmã, e Ricardo, meu noivo. "Eu falsifiquei as cartas, plantei as provas. Ricardo me ajudou" , Verônica sussurrou, seu sorriso frio rachando meu mundo. Ricardo, cujo toque um dia prometera o mundo, olhou-me com desprezo: "Você nunca foi o suficiente para mim, Isabella. Verônica, sim, ela sabe como tratar um homem." A lâmina desceu, e a dor da traição era excruciante, pior que a própria morte iminente. Se eu pudesse ter outra chance, eles pagariam, eu jurei. Então, a escuridão cedeu à luz. Abri os olhos, em meu quarto, nos meus lençóis de seda, não na pedra fria da prisão. Corri para o espelho: era eu, aos dezesseis anos, no dia da minha festa de debutante – o dia em que tudo começou a desmoronar. Eu havia retornado. Uma risada fria escapou dos meus lábios, uma melodia de vingança ressoando na promessa de que, desta vez, tudo seria diferente. Desci as escadas para o salão de baile e a vi: Verônica, com o grampo de safira que meu Imperador tio me dera, roubado e brilhando em seu cabelo. Ela sorriu, um sorriso falso e doce. Eu a encarei, a raiva e a dor de uma vida passada fervendo. E dei-lhe um tapa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10