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O Retorno de Isabella

Capítulo 3 

Palavras: 659    |    Lançado em: 03/07/2025

lareza dolorosa. Seu rosto contorcido de desprezo, suas palavras venenosa

ouxe fúria. Uma fúria fria e concent

ão dele, ainda no

r duas ve

cardo. Ele era mais forte, mas foi pego de surpresa. Com

sa mão" , eu disse, min

pudesse reagir, eu

regalados de choque. Ele não esperava res

e sibilou, recuper

sição, Ricardo. Você é o filho de um Marquês. Um título nobre, sem dúvida. Mas eu sou a filha de um

humilhação. Ele abriu a boca para p

a multidão, que assist

abia que possuía. "Artigo 17 do Código Imperial: qualquer um que se aproprie indevidamente de um pres

ão. O que antes era um drama famili

igo 28: uma pessoa de nascimento ilegítimo que se passa por um herdeiro legítimo para obter v

xando o peso das minh

. Ela tem se passado por minha irmã, enganando a todo

erador. Os nobres que antes cochichavam agora evitavam meu olhar. As damas que estavam ao lado

er da lei era maior que o poder dos

oltando a ser um comando gelado.

estava pálido, chocado com a reviravolta dos aconteciment

começou a se dobrar. Sua humilhação era pal

a arrancar o grampo de seu

e, um som agud

IS

o do meu rosto, tão pe

te, joguei-me

UN

m, a poucos centímetros de onde minha cabeça estivera. As p

de pânico. As pessoas se

scontroladamente. Al

io. Na entrada do salão, parado com um

expressão de fúria g

onso de

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O Retorno de Isabella
O Retorno de Isabella
“O cheiro de mofo e morte ainda pairava, a escuridão da masmorra grudada na minha pele. Lá fora, os sinos dobravam, não em festa, mas anunciando minha execução pelo crime de traição que não cometi. A porta rangeu, e neles vi as figuras de Verônica, minha meia-irmã, e Ricardo, meu noivo. "Eu falsifiquei as cartas, plantei as provas. Ricardo me ajudou" , Verônica sussurrou, seu sorriso frio rachando meu mundo. Ricardo, cujo toque um dia prometera o mundo, olhou-me com desprezo: "Você nunca foi o suficiente para mim, Isabella. Verônica, sim, ela sabe como tratar um homem." A lâmina desceu, e a dor da traição era excruciante, pior que a própria morte iminente. Se eu pudesse ter outra chance, eles pagariam, eu jurei. Então, a escuridão cedeu à luz. Abri os olhos, em meu quarto, nos meus lençóis de seda, não na pedra fria da prisão. Corri para o espelho: era eu, aos dezesseis anos, no dia da minha festa de debutante – o dia em que tudo começou a desmoronar. Eu havia retornado. Uma risada fria escapou dos meus lábios, uma melodia de vingança ressoando na promessa de que, desta vez, tudo seria diferente. Desci as escadas para o salão de baile e a vi: Verônica, com o grampo de safira que meu Imperador tio me dera, roubado e brilhando em seu cabelo. Ela sorriu, um sorriso falso e doce. Eu a encarei, a raiva e a dor de uma vida passada fervendo. E dei-lhe um tapa.”
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