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O Recomeço de Uma Rainha

Capítulo 1 

Palavras: 761    |    Lançado em: 03/07/2025

as, manchando o chão de madeira polida. Sofia olhou para cima, seus olho

o, Lucas, o Quarto Príncipe, seu marido, desviava o ol

sussurrou, a vid

u rosto perfeito con

dominar? A culpa é sua e daquele ba

iu. O mundo escureceu, a dor finalmente a con

.

cioso escapou

endo por sua testa. A luz suave da manhã entrava pela janela,

. Levou-as lentamente ao seu abdômen, ainda plano.

gir com seu amante, Miguel. A gravidez que a encheu de esperança. O retorno arrependido de Clara.

steza deu lugar a uma determinação de aço. Ela não e

inha. A data a fez prender a respiração. Era o dia. O exato dia em que

onfusos, agora estavam claros como cristal. O ódio lhe

oupas de príncipe. Seu rosto era bonito, mas agora Sofia só con

ele perguntou, com um sorris

tímido, o mesmo sorris

uma notícia

u, a curiosidad

aqui esta manhã. Ele con

nuína, ou pelo menos, uma alegria que parecia g

m mais feliz do mundo! Um herdeiro! Iss

elicidade. Agora, elas soavam vazias e egoístas. Ele estava feliz não por ela, n

gentilmente,

feliz, me

mensageiros para o palácio e para sua famí

lançou a

ue escondia sua intenção. "Ainda não.

ranziu

uê? Ela nem é sua

a falsa emoção. "Nós crescemos juntas. Quero compartilha

oube da notícia por mensageiros e sentiu inveja. Desta vez, Sofia entr

"bastarda" estava carregando um herdeiro real. Ela q

. Ela empurraria Clara para os braços de Lucas. E então, ela assistiria, do conforto de sua seg

a que, desta vez, nã

pestade nos olhos d

erida. Sua bondade é v

a so

uagem. Vou visi

havia c

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O Recomeço de Uma Rainha
O Recomeço de Uma Rainha
“A dor me rasgou, um grito silencioso preso na garganta enquanto a vida escorria por entre minhas pernas, manchando o chão de madeira polida. Ergui os olhos, embaçados pela agonia e pelas lágrimas, e vi o rosto triunfante de Clara, minha irmã adotiva. Ao seu lado, Lucas, o Quarto Príncipe e meu marido, desviava o olhar, cúmplice da carnificina. "Por quê?", sussurrei, enquanto o mundo escurecia, levando comigo a vida do nosso filho ainda não nascido. Clara se agachou, seu rosto perfeito contorcido em desprezo, e suas palavras finais ecoaram em minha mente: "Como posso deixar uma bastarda me dominar? A culpa é sua e daquele bastardo por estarem no meu caminho!" Despertei em minha cama, tremendo, o suor frio escorrendo. Não havia sangue, não havia dor. Minhas mãos estavam limpas, meu ventre ainda plano. Meu bebê... ainda estava lá. A raiva fria tomou o lugar do pânico, e a determinação de aço substituiu a tristeza. Eu não era mais a Sofia ingênua. Eu renasci. Olhei para o calendário de bronze: era o dia. O exato dia em que, na vida anterior, o médico da corte anunciara minha gravidez. O ódio me deu um propósito. Eu não cometeria os mesmos erros. O jogo havia começado, e desta vez, não seria eu a morrer.”