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O Recomeço de Uma Rainha

Capítulo 2 

Palavras: 740    |    Lançado em: 03/07/2025

dotiva. Sofia desceu, seu rosto uma máscara de sereni

a, ela trocou informações sobre a gravidez de Sofia por algumas joias e um

m em direção à ent

se ela, com

empregada respondeu, surp

iu solitária. Ela precisa de com

para Lúcia, um brilho

Ficará ao lado dela, cuidará de suas ne

orita Clara? A filha biológica da família? Isso

u não a entendo. Eu

ratório. "Mas você servirá a Clara oficialmente. Ela precisa de alguém d

ao lado de Clara era como plantar um espião no acampamento inimigo. Lúcia relataria cada movimento, cada sussurro,

da família, rapidamente escondeu sua confusão. Seus olhos bri

. Cuidarei da senhorita Clara

isse Sofia, com um

tiva, as recebeu na sala de estar. Seu rosto er

inesperada", disse

ou com uma reverência p

ros de medicina. Uma moça tão virtuosa e inteligente

stômago de Sofia revirar. Era com esse f

por um servo. Ela usava um vestido branco simp

el!", ela disse, com um sorr

s de Clara. "Eu tenho notícias mara

sh de inveja sombria passou pelos olhos de Clara antes

or você e pelo Quarto Príncip

ação digna

ndo a reação de Clara. "Por isso, pensei que você gostaria de ter Lúcia ao

a e depois de volta p

pregada pessoal.

uém para conversar e ajudar. Além disso, a casa do príncipe pode ser um lugar solitário. Ago

ingratidão. Clara, que sempre se orgulhou de sua i

ste. Obrigada, irmã.

a, a mãe de Lúcia, que trabalhava na co

ar essa oportunidade à minha fi

filha agora servia à verdadeira senhorita da ca

úcia era a isca, e Clara era o peixe. E Sofia, a pescadora pacient

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O Recomeço de Uma Rainha
O Recomeço de Uma Rainha
“A dor me rasgou, um grito silencioso preso na garganta enquanto a vida escorria por entre minhas pernas, manchando o chão de madeira polida. Ergui os olhos, embaçados pela agonia e pelas lágrimas, e vi o rosto triunfante de Clara, minha irmã adotiva. Ao seu lado, Lucas, o Quarto Príncipe e meu marido, desviava o olhar, cúmplice da carnificina. "Por quê?", sussurrei, enquanto o mundo escurecia, levando comigo a vida do nosso filho ainda não nascido. Clara se agachou, seu rosto perfeito contorcido em desprezo, e suas palavras finais ecoaram em minha mente: "Como posso deixar uma bastarda me dominar? A culpa é sua e daquele bastardo por estarem no meu caminho!" Despertei em minha cama, tremendo, o suor frio escorrendo. Não havia sangue, não havia dor. Minhas mãos estavam limpas, meu ventre ainda plano. Meu bebê... ainda estava lá. A raiva fria tomou o lugar do pânico, e a determinação de aço substituiu a tristeza. Eu não era mais a Sofia ingênua. Eu renasci. Olhei para o calendário de bronze: era o dia. O exato dia em que, na vida anterior, o médico da corte anunciara minha gravidez. O ódio me deu um propósito. Eu não cometeria os mesmos erros. O jogo havia começado, e desta vez, não seria eu a morrer.”
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