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O Recomeço de Uma Rainha

Capítulo 3 

Palavras: 676    |    Lançado em: 03/07/2025

Lucas, seu marido, era um homem de apetites. Na vida anterior, depois que Clara o seduziu, ele a manteve c

em que gostava

cidiu dar a ele

a como a confidente de Clara, veio visitar Sofia na mansão

aúde da senhora", disse Lúcia, servindo o chá co

com gratidão. Agora, ela sabia que era apenas o começo. Por enquan

m tocar na xícara. "Lúcia, você parece

orou de

muito gentil comigo

ue assim. E aqui está uma pequena

sa pesada de moedas. Os olho

senho

ontece naquela casa", disse Sofia, sua voz baixa e firme.

bolsa. Sua lealdade agora tinha um preço,

aiu, Sofia chamou

ulheres para o príncipe", disse

rador fico

? Duas...

ia nobre menor, que busca subir na vida. A outra deve ser mais experiente, charmosa e ha

cesa estava escolhendo concubinas par

us, para aliviar seu estresse com os assuntos da corte. Diga a ele que, como estou gr

ita de uma esposa vi

iado. Sua esposa não era apenas bonita e agora estava carregando seu herdeiro, mas també

sopro de ar fresco, com sua ambição juvenil e admiração bajuladora. Vera e

ais tempo em seus aposentos, desf

descansando e ignorando completamente o harém que ela mesma havia criado. As notíci

rejeitado o casamento real e via a gravidez de Sofia com inveja, agora tinha um novo proble

e mais difícil de alcançar. Ela estava criando uma teia de competição e ci

ava em seu jardim, acariciando sua barriga e sorrindo. O caos era a trilha

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O Recomeço de Uma Rainha
O Recomeço de Uma Rainha
“A dor me rasgou, um grito silencioso preso na garganta enquanto a vida escorria por entre minhas pernas, manchando o chão de madeira polida. Ergui os olhos, embaçados pela agonia e pelas lágrimas, e vi o rosto triunfante de Clara, minha irmã adotiva. Ao seu lado, Lucas, o Quarto Príncipe e meu marido, desviava o olhar, cúmplice da carnificina. "Por quê?", sussurrei, enquanto o mundo escurecia, levando comigo a vida do nosso filho ainda não nascido. Clara se agachou, seu rosto perfeito contorcido em desprezo, e suas palavras finais ecoaram em minha mente: "Como posso deixar uma bastarda me dominar? A culpa é sua e daquele bastardo por estarem no meu caminho!" Despertei em minha cama, tremendo, o suor frio escorrendo. Não havia sangue, não havia dor. Minhas mãos estavam limpas, meu ventre ainda plano. Meu bebê... ainda estava lá. A raiva fria tomou o lugar do pânico, e a determinação de aço substituiu a tristeza. Eu não era mais a Sofia ingênua. Eu renasci. Olhei para o calendário de bronze: era o dia. O exato dia em que, na vida anterior, o médico da corte anunciara minha gravidez. O ódio me deu um propósito. Eu não cometeria os mesmos erros. O jogo havia começado, e desta vez, não seria eu a morrer.”