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A Prisioneira do Ódio

Capítulo 2 

Palavras: 826    |    Lançado em: 03/07/2025

acada, mas ela se recusava a dar a Lucas a satisfação de vê-la desmoronar. Ela sentia o peso do anel em seu dedo, frio e estranho, um símbolo não de união, mas de posse. A dor aguda que vinha de

u. Quando finalmente conseguiu encurralar seu pai pert

pálido de raiva e vergonha. "Ele nos humilhou na frente de todos! Vo

respondeu, a voz baixa e cansada. "Isso foi o q

"Francamente, Sofia, você poderia ter sido um pouco mais charmosa

sea, e não era apenas pela ansiedade. Ela discretamente pressionou a mão contra o estômago, tentando controlar a dor que se

antes da tragédia que envenenou tudo. Ela e Lucas, adolescentes, rindo em um piquenique de verão. Ele tinha um sorriso fácil na época, olhos que brilhavam com trave

te causado por falha mecânica, mas a família Ferreira nunca aceitou. Eles teceram uma narrativa de que Clara, supostamente infeliz no casamento, jogou o carro do penhasco de propósito, levando Helena com ela. Lucas,

ia. Não pelo crime que sua mãe não cometeu, mas por ela não ter lutado mais por aquele garoto, por não ter cons

ainda maior e mais frio que a casa de seus pais. A propriedade era vasta e impecavelmente cuid

cas instruiu que eu a lev

de quartos grandiosos, até uma escada de serviço nos fundos da casa. Eles desceram para uma área

quarto" , disse

streita, uma cômoda velha e uma pequena janela gradeada que dava para uma parede de tijolos. Era um quarto de serva, um

dia finalmente cobrou seu preço. Uma dor lancinante atravessou seu corpo, fazendo-a dobrar-se. Ela cambaleou até a cama, ofegante, o suor frio brotando em sua testa. A

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A Prisioneira do Ódio
A Prisioneira do Ódio
“O cheiro de tecido novo e o som da máquina de costura eram meu refúgio, até que o telefone tocou. Era meu pai, sua voz ríspida anunciando o colapso da empresa, e me forçando a aceitar um casamento arranjado para nos salvar. Com Lucas, o homem que me odiava, que culpava minha mãe pela morte da dele. "Você é a filha da mulher que matou minha mãe. Você pagará a dívida dela. Será minha prisioneira" , ele cuspiu no altar, humilhando-me publicamente. A dor e a humilhação se tornaram meu cotidiano, um ciclo de crueldade que me esmagava. Fui tratada como serva, forçada a trabalhos degradantes, acusada de roubo, e punida de formas bárbaras que marcavam meu corpo e alma. Minha meia-irmã, movida por pura inveja, conspirava, plantando armadilhas e alimentando o ódio de Lucas com mentiras. Eu me perguntava por que tanto sofrimento, por que eu era o alvo de tanta maldade. Secretamente, eu carregava um fardo ainda maior: um câncer terminal, me dando apenas meses de vida. A vida estava me roubando tudo, mas então, uma centelha de esperança surgiu – um tratamento experimental na Suíça, minha única chance de viver. Meus próprios pais, a quem sacrifiquei minha vida, riram do meu pedido de ajuda, declarando meu sofrimento um "custo inconveniente". Mas a verdade, oh, a verdade era uma ferida ainda mais profunda: meu pai havia forjado provas, manipulado Lucas para acreditar que minha mãe era uma assassina. Toda a base do ódio de Lucas, toda a minha tortura, era uma mentira cruel e calculada. Minha raiva e desespero se transformaram em uma determinação fria. Eu não morreria por suas mentiras. Eu me salvaria. Com as joias de minha mãe, minha última esperança, eu tentaria comprar minha liberdade e minha vida.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10