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A Prisioneira do Ódio

Capítulo 3 

Palavras: 929    |    Lançado em: 03/07/2025

ela luz do sol, que mal penetrava sua peque

im agora." Era a voz da governanta-chefe,

ar, uma obra-prima de paisagismo, mas ela não estava ali para admirar. Lucas estava de pé perto de um ca

rosas favoritas da minha mãe. A partir de hoje, cuidar delas é sua respons

suas mãos, as mãos de uma designer, acostumadas a tecid

não come hoje" , ele acrescentou casual

rofundas. Os pequenos espinhos nos caules arranhavam seus dedos, mas ela trabalh

ndo uma xícara de chá, observando

está te fazendo bem. Um pouco de trabalho

vá embora" , disse Sof

, caminhando em direção à casa. "Ele é tão charmoso. Talvez e

ou horas sob o sol, o suor escorrendo por seu rosto, as mãos vermelhas e arranhadas. Quando

eio inspecionar seu trabalho, ela

a pétala de rosa caída na t

claro. Nenhuma r

deve ter caído com o ve

importa. Vo

ruel. Ela percebeu que Mariana devia ter passado por ali e a

ra Lucas e Mariana, que havia se convidado para o jantar. Sof

pois do jantar, ele a levou para o pátio dos fundos. No chão, havia um mont

" , ele disse, a voz perigosamente calma. "Ago

dro brilhando sob a luz da vara

ugiu, e a força em sua

xou os joelhos sobre os cacos afiados. A dor foi imediata e agonizan

dor e conflito. 'Não olhe para ela. Não olhe para o rosto dela. Ela se parece com ele. O pai dela.

a podia ouvir. Ela olhou para ele, e ele estava de costas para ela, os punhos cerrados, o corpo tenso como uma co

rnou-se uma pulsação constante e torturante. Mariana passou por ela uma v

, a governanta veio buscá-la. "O Sr.

de pé, e cada passo de volta para seu quartinho era uma agonia. Seus

ela, havia um prato com os restos do jantar de Lucas

que isso é o qu

com restos. Ela empurrou o prato para longe, o estômago revirado de repulsa e desespero. Ela se deitou na cama dura, o co

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A Prisioneira do Ódio
A Prisioneira do Ódio
“O cheiro de tecido novo e o som da máquina de costura eram meu refúgio, até que o telefone tocou. Era meu pai, sua voz ríspida anunciando o colapso da empresa, e me forçando a aceitar um casamento arranjado para nos salvar. Com Lucas, o homem que me odiava, que culpava minha mãe pela morte da dele. "Você é a filha da mulher que matou minha mãe. Você pagará a dívida dela. Será minha prisioneira" , ele cuspiu no altar, humilhando-me publicamente. A dor e a humilhação se tornaram meu cotidiano, um ciclo de crueldade que me esmagava. Fui tratada como serva, forçada a trabalhos degradantes, acusada de roubo, e punida de formas bárbaras que marcavam meu corpo e alma. Minha meia-irmã, movida por pura inveja, conspirava, plantando armadilhas e alimentando o ódio de Lucas com mentiras. Eu me perguntava por que tanto sofrimento, por que eu era o alvo de tanta maldade. Secretamente, eu carregava um fardo ainda maior: um câncer terminal, me dando apenas meses de vida. A vida estava me roubando tudo, mas então, uma centelha de esperança surgiu – um tratamento experimental na Suíça, minha única chance de viver. Meus próprios pais, a quem sacrifiquei minha vida, riram do meu pedido de ajuda, declarando meu sofrimento um "custo inconveniente". Mas a verdade, oh, a verdade era uma ferida ainda mais profunda: meu pai havia forjado provas, manipulado Lucas para acreditar que minha mãe era uma assassina. Toda a base do ódio de Lucas, toda a minha tortura, era uma mentira cruel e calculada. Minha raiva e desespero se transformaram em uma determinação fria. Eu não morreria por suas mentiras. Eu me salvaria. Com as joias de minha mãe, minha última esperança, eu tentaria comprar minha liberdade e minha vida.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10