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A Bailarina Que Renasceu

Capítulo 2 

Palavras: 447    |    Lançado em: 03/07/2025

m, o mesmo sorriso que eu amava, mas que agora me causava náuse

bem? Parece pálid

usa da audição" , menti,

o do bolso. Estava pre

sorte amanhã" , eu disse, minha voz soando

dele br

recisava. Ma

Sofia o observava, um brilho estranho em s

ela. "Com certeza

ase palpável, mas eles não p

ava um pouco solto na parede, despencou. Ele não atingiu ninguém, mas os cacos de vidro se espalharam pelo chão. O Mestre de Balé, um home

! Eu juro!" , a g

habilidade de c

ridade. "Não foi culpa dela. Na verdade, Ana estava praticando um salto um pouco ante

m para mim. Fiquei paralis

é verdade!"

edro, colocando a mão no meu ombro. Seu toque me queimou.

foi esmagadora. Eu estava encurralada. D

, murmurei, baixando a cab

u me olhou com

ção mais importante de sua vida, Ana? E

ntraram o amuleto no pescoço de Pedro. Por um instante, jurei ter visto a madeira escura brilhar com

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A Bailarina Que Renasceu
A Bailarina Que Renasceu
“A audição para a Escola Nacional de Dança estava a três dias, e eu vivia para cada passo. Sofia, minha prima, e Pedro, meu namorado, eram meu mundo, meu maior apoio. Ou assim eu pensava. Uma velha misteriosa me parou, sussurrando um alerta sinistro: "A inveja usa o rosto de um amigo, e a traição se esconde no beijo de um amante. Seu sonho será roubado por quem você mais ama." Ignorei, mas a semente da dúvida foi plantada, uma inquietação fria no meu peito. Dois dias depois, voltei ao estúdio e ouvi vozes: Sofia e Pedro, tramando minha ruína. Pedro mudaria minhas partituras, me faria dançar a coreografia errada, garantindo que eu fosse humilhada e expulsa. A vaga seria deles, a minha seria roubada. O beijo deles selou o meu inferno. Meu mundo desabou, o ar sugado dos meus pulmões. Memórias estranhas martelaram minha mente: a sapatilha rasgada, o suco no figurino, as "palavras de apoio" que minavam minha confiança. Tudo, uma conspiração cruel e longa. Humilhação, dor e raiva me afogavam, lágrimas cegando minha visão enquanto eu corria, sem rumo, de volta àquela rua. A velha me esperava, sem surpresa: "Eles te traíram, não foi?" . Eu só conseguia assentir, soluços rasgando minha garganta. Ela me ofereceu uma maneira de reverter o azar e a humilhação, um amuleto que absorveria minha dor e a devolveria aos corações cheios de maldade. O preço? Dor. Desesperada, eu não hesitei. Passei pelo ritual mais doloroso da minha vida, revivendo cada traição enquanto meu sangue pingava no amuleto. Quando a audição foi um desastre planejado, meu sonho feito em pedaços, Sofia veio com sua falsidade, e me prenderam num labirinto escuro no teatro. Ferida e exausta, escapei, mas a fúria em mim só cresceu. Isso não tinha acabado. Estava apenas começando. Em casa, a maior crueldade: Pedro e Sofia, com suas mentiras, fizeram minha avó ter um ataque cardíaco. A culpa me corroía. Meu nome seria desqualificado, o deles anunciado. No palco, Mestre Moreau lia os nomes, Sofia com uma "aceitação condicional". Meu celular vibrou. Uma voz familiar, Mestre Moreau, mas ao telefone, oferecendo uma bolsa-integral na Academia Real de Ballet de Paris. Eles viram através da sabotagem, viram meu talento. De repente, eu era uma sensação no mundo da dança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10