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Adeus, Pedro: Minha Vida, Meu Filho

Capítulo 3 

Palavras: 624    |    Lançado em: 03/07/2025

a, mas naquela noite, pareceu-

mente se transformou em preocupação ao ver-me a

O que ac

soluços que eu tinha segur

ça, guiando-me para dentro e fechando a porta ao

para respirar, ela ficou sentada em silêncio por um l

disse, a sua voz baixa e perigosa. "

havia algo nos olhos dele, uma tristeza que não pertencia a um

ão estúpi

nha mão. "Agora, o que importa é tu e este pequenino." Ela olhou para a

vel não parava de tocar. Eram

favor, volta

um erro.

tir disto. Por cau

ras eram vazias. As suas aç

campainha tocou. A m

o Pedro, a

A minha sogra, uma mulher normalmente or

com ela. O meu filho não dorme n

ndeu a minha mãe, a sua voz firme. "Ag

Ana, não é? Eu disse-lhe! Eu dis

vantei-me e f

os seus olhos encheram

mim. "Por favor, perdoa-o. Ele é um idiota. Um idi

lher que também tinha sofrid

-a suavemente. "Ele estava

a da condição cardíaca do filho. S

ela insistiu. "O pânico, o moment

eu, colocando a mão na minha barriga. "Uma vi

eida começ

-me, Marta. Eu faço qualquer coisa. Não dei

. Ela era inocente nis

mim não podia apaga

, Sra. Almeida. Isto é entre

ilmente, deixando-a

mas sabia que tinha

a viver uma mentira, sempre a perguntar-me

recia mais. E

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Adeus, Pedro: Minha Vida, Meu Filho
Adeus, Pedro: Minha Vida, Meu Filho
“Eu estava grávida. Segurava o teste positivo, o coração a transbordar de alegria, pronta para partilhar a boa notícia com o meu marido, Pedro. Mas uma mensagem dele mudou tudo: 'Marta, a Ana teve um acidente. Estou no hospital. Não me esperes para jantar.' Ana, a ex-namorada dele. Liguei, e a voz de uma enfermeira confirmou o pesadelo: Ana precisava de sangue, e Pedro, com uma condição cardíaca grave que o impedia de doar, ofereceu o seu sem hesitar. Gritei: "Pedro, não podes! O médico disse que não!" Ele respondeu, a voz fria: "Isto não é sobre o meu pai. É sobre a Ana. Não temos futuro se a deixar morrer." Naquela noite, ele voltou, exausto, com uma ligadura no braço. Ele tinha doado. Quando lhe mostrei o teste, a sua reação não foi de alegria. Foi de choque, depois raiva, quando pedi o divórcio. Ele tentou consertar, mas as suas ações falavam mais alto. Ele arriscou a vida por ela, ignorou-me, e agora, queria lutar pela custódia do nosso filho. Como poderia ele ser o pai que o nosso filho merecia, se estava disposto a morrer por outra mulher? Mas eu não ia ceder. Aquele bebé na minha barriga merecia mais. Eu merecia mais. E, pela primeira vez na vida, estava pronta para lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10