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Minha Filha, Minha Dor, Minha Força

Capítulo 1 

Palavras: 849    |    Lançado em: 04/07/2025

era o

lta, declarando em um pedaço de papel que

ente poderia bu

cansaço e tristeza com um pouco de maquiagem. Eu queria que minha filha,

a mistura de ansiedade e uma esperan

um

de que vi minha fi

o, afogada em uma escuridão que não conseguia explicar. O choro de Sofia, em vez de me traz

marido, Pedro,

osto impassível de sempre, sem nen

e disse, com a voz fria e cortante. "A Clara vai cuidar d

. A mulher que ele nun

rometeu, sem me olhar nos olhos

nele. Eu me agarrei àquela promessa como u

ão era nossa casa, mas a mansão da família dele, onde sua mãe, D

a alça da minha bolsa com

çava seu corpo perfeitamente, e um sorriso satisfeito nos lábios. Seus olhos pe

ue surpresa

ilha" , eu disse, tentand

choro baixo vindo de dentro da casa. Me

a So

e estar era luxuosa e fria, com móveis escuros e pesados. E ali,

undo

amassado. Seu cabelo, que deveria ser macio e brilhante, estava e

meu corpo agind

or! O que acont

rágeis debaixo do tecido fino. Ela se

assos lentos e calculados

, Juliana. Vivem caindo e se machuca

os meus braços, mas eu a

eu disse, a voz sa

ecavelmente vestido em um terno de grife, o cabelo per

na toda? Eu não disse pra

implorei, a voz embargada. "Olhe o es

esinteressado, e depois para Clara, que i

ra está fazendo um ótimo t

para esse machucado! Ela est

m um suspiro de impaciência. "Você acabou de sair d

mo um soco no estômago. Ele esta

roveitou

usando o apelido carinhoso que só eu e Pedro usávamos. "A titia Clara vai

pudesse reagir, Pedro segurou meu omb

gava minha filha chorosa no colo e a leva

ou para trás, por cima do o

de pura

o de Pedro no meu ombro e o eco do choro da

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Minha Filha, Minha Dor, Minha Força
Minha Filha, Minha Dor, Minha Força
“Finalmente recebi alta. Um ano de depressão pós-parto, agora curada. Hoje eu buscaria minha Sofia. Mas ao chegar na mansão dos meus sogros, a Clara, ex-namorada do meu marido, abriu a porta com um sorriso satisfeito. Ela cuidava da minha filha, supostamente. Mas Sofia estava pálida, magra, com a roupa suja e um hematoma no bracinho. Meu coração gritou quando a vi encolhida no chão frio, parecendo um animal assustado. Exigi explicações ao Pedro, meu marido, que desceu as escadas impecável, alheio a tudo. "Pedro, olhe para a nossa filha!" , implorei. "Ela está sendo maltratada!" Ele sequer olhou direito, mas defendeu Clara: "Não diga bobagens. A Clara está fazendo um ótimo trabalho. Sofia está ótima." Ele me chamou de louca, de exagerada, usando minha própria doença contra mim. E então, Clara, com aquela voz falsamente doce, usou o apelido da minha filha. "Vem, Tong Tong, meu amorzinho. A titia Clara vai te levar lá pra cima." Pedro segurou meu ombro com tanta força que não pude impedi-la de levar minha filha, que chorava nos braços dela. Não tive tempo de processar a cena, pois fomos interrompidos por um grito e um "splash" vindo do quintal. Meu sangue gelou. Corri para a piscina, e lá estava ela. minha Sofia, boiando na água. No hospital, o tempo parou ao saber que Sofia havia morrido. E Pedro chegou, preocupado apenas com Clara: "Onde está a Clara? Ela deve estar arrasada." Minha filha estava morta, e ele só pensava na mulher que a matou. Naquele hospital, com a dor me rasgando por dentro, uma certeza se formou: "Eu quero o divórcio, Pedro." No funeral, Dona Silva, minha sogra, veio me propor um acordo financeiro para eu voltar com Pedro. "Você realmente acha que pode consertar tudo com dinheiro?" "O dinheiro conserta a maioria das coisas" , ela respondeu, com um sorriso de desprezo. Mas a única coisa que eu queria era a minha liberdade. "Nunca imaginei que nossa filha poderia ser um obstáculo para eles." Tia Lúcia, uma das poucas pessoas decentes que conheci, me contou a verdade: "Eu vi como a menina estava, Senhor Pedro. Magra, assustada. A Senhora Clara não tinha paciência com ela." A raiva me impulsionou a confrontar Clara no cemitério. Ela, com um sorriso triunfante, confessou: "Eu admito, eu não gostava da menina. Eu fiz o que pude para... acelerar as coisas. Deixei a porta do quintal aberta de propósito. Eu sabia que ela gostava de ir perto da piscina." Minha filha não foi apenas vítima de negligência. Ela foi assassinada.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10