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Minha Filha, Minha Dor, Minha Força

Capítulo 3 

Palavras: 812    |    Lançado em: 04/07/2025

como a família Shen gostava. Pessoas de terno, rostos

da de outra pessoa. Pedro e sua mãe, Dona Silva, recebiam os convidados, suas expressões eram de uma tri

as secaram no hospital. Dentro de mim

a dividi com Pedro. O lugar estava silencioso e empoeirado. Fui direto para o

quedos, o cheiro suave de talco de bebê...

eu corpo fina

maremoto. O ar faltou em meus pulmões e eu comecei a soluçar, um choro convulso e doloroso que vinha do fu

i ali, no chão, até ouvir

ona S

Sofia, olhando para o meu esta

fazer esse show. Não combina co

chão, sem forç

alto alto fazendo um barulh

io. Você não pode fazer isso. Pense na repu

a cabeça e o

pensar é que minha filha está

precisamos ser práticos. Um divórcio agora seria um desastre. Os negócios

ela era in

u me apoiei no berço e m

rdo comercial. A sua família queria o prestígio do nome da minha famíli

"Não fale assim. Foi um arr

e vocês me trataram como um incômodo. Pedro me ignorou. Ele entregou a n

meçou a trem

bem, que Clara estava fazendo um ótimo trabalho. E você... você só se importava em ter um herdeiro homem para cont

as duas sorrindo, com legendas como "Estamos nos divertindo muito! Pena que você não pode es

m dificuldade. "Ela morreu naquela casa, sob os cuidados da amante do meu m

a, minha dor se transformando

que venha da família Shen. Eu quero minha liberdade. Eu

a percebeu que eu não estava blefando. A mulher frá

sse, a voz baixa e ameaçadora. "Você não é ningu

e vamos ver"

batendo a porta do

ilêncio ecoando ao meu redor. Eu estava destruí

er. E se

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Minha Filha, Minha Dor, Minha Força
Minha Filha, Minha Dor, Minha Força
“Finalmente recebi alta. Um ano de depressão pós-parto, agora curada. Hoje eu buscaria minha Sofia. Mas ao chegar na mansão dos meus sogros, a Clara, ex-namorada do meu marido, abriu a porta com um sorriso satisfeito. Ela cuidava da minha filha, supostamente. Mas Sofia estava pálida, magra, com a roupa suja e um hematoma no bracinho. Meu coração gritou quando a vi encolhida no chão frio, parecendo um animal assustado. Exigi explicações ao Pedro, meu marido, que desceu as escadas impecável, alheio a tudo. "Pedro, olhe para a nossa filha!" , implorei. "Ela está sendo maltratada!" Ele sequer olhou direito, mas defendeu Clara: "Não diga bobagens. A Clara está fazendo um ótimo trabalho. Sofia está ótima." Ele me chamou de louca, de exagerada, usando minha própria doença contra mim. E então, Clara, com aquela voz falsamente doce, usou o apelido da minha filha. "Vem, Tong Tong, meu amorzinho. A titia Clara vai te levar lá pra cima." Pedro segurou meu ombro com tanta força que não pude impedi-la de levar minha filha, que chorava nos braços dela. Não tive tempo de processar a cena, pois fomos interrompidos por um grito e um "splash" vindo do quintal. Meu sangue gelou. Corri para a piscina, e lá estava ela. minha Sofia, boiando na água. No hospital, o tempo parou ao saber que Sofia havia morrido. E Pedro chegou, preocupado apenas com Clara: "Onde está a Clara? Ela deve estar arrasada." Minha filha estava morta, e ele só pensava na mulher que a matou. Naquele hospital, com a dor me rasgando por dentro, uma certeza se formou: "Eu quero o divórcio, Pedro." No funeral, Dona Silva, minha sogra, veio me propor um acordo financeiro para eu voltar com Pedro. "Você realmente acha que pode consertar tudo com dinheiro?" "O dinheiro conserta a maioria das coisas" , ela respondeu, com um sorriso de desprezo. Mas a única coisa que eu queria era a minha liberdade. "Nunca imaginei que nossa filha poderia ser um obstáculo para eles." Tia Lúcia, uma das poucas pessoas decentes que conheci, me contou a verdade: "Eu vi como a menina estava, Senhor Pedro. Magra, assustada. A Senhora Clara não tinha paciência com ela." A raiva me impulsionou a confrontar Clara no cemitério. Ela, com um sorriso triunfante, confessou: "Eu admito, eu não gostava da menina. Eu fiz o que pude para... acelerar as coisas. Deixei a porta do quintal aberta de propósito. Eu sabia que ela gostava de ir perto da piscina." Minha filha não foi apenas vítima de negligência. Ela foi assassinada.”
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