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A Playboy e a Vingadora

Capítulo 2 

Palavras: 1028    |    Lançado em: 04/07/2025

avia mudado. Isso não era mais apenas eu, com o conhecimento do futuro, tentando consertar minha vida. Era uma bat

nte girava, tentando processar. Aquele arrependimento em seu

?", forcei-me a perguntar, a voz

tinha dito. O pânico substi

ue você sempre olhou para ele. N

fraca, e nós doi

ecoando a decisão final que eu havia tomado. Tranque

sei ao lado dele, apoiando sua carreira, abrindo mão dos meus próprios sonhos. Lembrei-me de como vendi as joias da minha mãe para ajudá-lo

a ao médico. Perdi o aniversário do meu próprio pai por causa disso. Pedro me disse que eu era a melhor nora do mundo, que a mãe d

de mim. Ele teve a audácia de renascer e ai

a voz preocupada do meu p

lágrimas r

o. Só estava... me d

nícius ainda estava lá, agora secando o carro com uma flanela. O sol da ta

eio me ajudar a lavar o pos

ida passada, eu sempre achava essa atitude dele superficial, ir

uma proposta", eu disse

ela, a expressão

Gosto de p

r isso. Precisava selar meu destino, criar um fato consumad

cius, quer c

encarando com os olhos arregalados, a boca li

, ouvi um so

ouvido cada palavra. Seu rosto estava branco como papel, os olhos fixos em mim com uma mistura de choque, dor

alguns segundos. Um sorriso lento e d

, a voz rouca de emoção. Ele deu um passo à frente, dimin

o rápida e certa, a

a tão facilmente. Ele marchou na nossa

Casar com ele? Um playboy irre

arcos, o desprezo e

u vou permitir isso

reitou a postura. Ele era mais alto que Pedro e,

que eu saiba, ela não é propriedade de ninguém", Ma

ameaçador em direção a mim. "Ana, vamos entrar e conver

ma tática de manipulação, tratando-me como um

trás e me colocando ao lado de Marcos. "A minha resposta é para ele", apontei p

eceu quebrar algo dentro dele. A raiva em s

ele repetiu, a voz quebrando. "

m, era tarde demais. O arrependimento dele não traria meu pai de volta. N

u disse, friamente. "Agora, se nos der l

a, e olhei para Marcos. Ele me deu um pequeno sorriso, um misto de triunfo e ternura

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A Playboy e a Vingadora
A Playboy e a Vingadora
“A umidade pegajosa de uma tarde de verão nos anos 2000 grudava na minha pele, o cheiro de bolo de fubá vindo da cozinha me trazia uma sensação familiar de casa. Eu tinha certeza que estava morta, pois me lembrava claramente de ter pulado do último andar do prédio abandonado onde Pedro Henrique e eu costumávamos nos encontrar. Minha alma vagou, presa a um ressentimento que não me deixava partir, até que a verdade se revelou: Pedro, meu noivo que falsamente morreu como herói militar, vivia uma vida de luxo com Sofia, minha suposta melhor amiga, rindo da minha dor e da minha estupidez. Eles riram de como eu, cegamente, cuidei da mãe dele enquanto meu próprio pai, o General Silva, definhava e morria sozinho, porque a "morte" de Pedro foi uma farsa para se livrar de mim e sumir com o dinheiro de Sofia. Eu era apenas um fantasma, consumida pelo ódio, incapaz de agir, uma espectadora da felicidade deles construída sobre as ruínas da minha vida. Até agora, quando abri os olhos e reconheci o teto do meu quarto de adolescente, percebendo que havia voltado três anos no tempo, antes de todo o sofrimento. As lágrimas que não derramei como fantasma agora escorriam, não de tristeza, mas de uma fúria fria e alívio, e eu sabia que desta vez, ninguém me destruiria. O telefone tocou, era Pedro, e diferente da vida passada, onde o atenderia cegamente, desta vez, minha voz era um gélido: "Alô?" Quando ele perguntou o que era mais importante que o futuro dele, respondi simplesmente: "Meu futuro," e desliguei. Naquele dia, eu não só terminei com ele, como também olhei para Marcos Vinícius, o vizinho "playboy" que sempre me olhou com carinho, e declarei na frente do meu pai: "Eu vou me casar com o Marcos Vinícius." Pedro apareceu na minha porta, furioso, e quando ele tentou me puxar, sussurrou algo que gelou meu sangue: "Não... não de novo. Você não vai me deixar por ele de novo." A única maneira de ele saber disso era se ele também tivesse renascido, e o jogo tinha mudado: agora, não era apenas minha vingança, mas uma batalha. Naquele mesmo dia, vendo o rosto dele pálido de choque e fúria, eu gritei para Marcos, para que Pedro ouvisse: "Marcos Vinícius, quer casar comigo?" A expressão de Pedro, que não havia saído da calçada, se contorceu em desespero e fúria, e a certeza de que ele também se lembrava me atingiu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10