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A Playboy e a Vingadora

Capítulo 3 

Palavras: 1042    |    Lançado em: 04/07/2025

enrique, o promissor militar, sendo publicamente rejeitado

da, observando enquanto Marcos segurava minha

na Lúcia", ele disse em voz

que não sabia que possuía. Voltamos para a minha ca

Marcos, quase chorou de alegria. Ela sempre me adorou e me recebeu em sua casa com um abraço apertado e a p

ãe de Pedro entrasse em ação. Ela me ligo

dro está arrasado. Ele não come, não

da, ela me ligava com a mesma falsa preocupação sobre Pedro quando

namos. Isso é um assunto nosso

instabilidade dessas na vida pessoal pode pre

oração partido do filho, mas a carreira dele. A mesma

nha responsabilidade", eu disse e, antes que ela

supermercado. Eu estava empurrando meu carrinho quando v

ndo-se malicioso. Sofia, na vida renascida, continuava a mesma víbora. Ela não se lembrava da vida passada,

de sarcasmo. "Mudou de ideia rápido, não é, Ana Lúcia? Mal l

o que ele havia aperfeiçoado. Ele estava usando Sofia para me provocar, para me faz

eia não é da sua conta", respondi c

oveu, bloquean

cou tão mal. E você parece tão... feliz. É

Ela se desequilibrou e, para não cair, agarrou o meu carrinho de compras com f

ão de cerâmica. Uma dor aguda e latejante explodiu na parte de trás

, a voz cheia de um pânico falso. "Você

para o lado d

dela, examinando-a como se ela fosse a vítima. A preocupação

o dele foi cuidar da mulher que me derrubou. Aquela cena selou qualquer dúvida que eu

no meu coração era pior. Era a dor da confirm

depois de ter certeza d

cê... se

toque

or, seu rosto uma máscara de fúria. Ele me viu no chão e, em dois segundo

seus olhos cheios de uma preocupação genuína que c

, murmurei, a dor

ia com um desprezo tão profun

isse para Sofia, a voz baixa

choramingou, agarrando

Ele me pegou nos braços com uma facilidad

e disse, a voz suave novame

se encontraram. Vi pânico no rosto dele. Pânico porque seu plano, seja lá qual fosse

a certeza me preencheu. Eu não estava mais sozinha nesta luta. E, desta vez, eu não iria perder. A queda no supermercado não me quebrou. Pelo contrár

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A Playboy e a Vingadora
A Playboy e a Vingadora
“A umidade pegajosa de uma tarde de verão nos anos 2000 grudava na minha pele, o cheiro de bolo de fubá vindo da cozinha me trazia uma sensação familiar de casa. Eu tinha certeza que estava morta, pois me lembrava claramente de ter pulado do último andar do prédio abandonado onde Pedro Henrique e eu costumávamos nos encontrar. Minha alma vagou, presa a um ressentimento que não me deixava partir, até que a verdade se revelou: Pedro, meu noivo que falsamente morreu como herói militar, vivia uma vida de luxo com Sofia, minha suposta melhor amiga, rindo da minha dor e da minha estupidez. Eles riram de como eu, cegamente, cuidei da mãe dele enquanto meu próprio pai, o General Silva, definhava e morria sozinho, porque a "morte" de Pedro foi uma farsa para se livrar de mim e sumir com o dinheiro de Sofia. Eu era apenas um fantasma, consumida pelo ódio, incapaz de agir, uma espectadora da felicidade deles construída sobre as ruínas da minha vida. Até agora, quando abri os olhos e reconheci o teto do meu quarto de adolescente, percebendo que havia voltado três anos no tempo, antes de todo o sofrimento. As lágrimas que não derramei como fantasma agora escorriam, não de tristeza, mas de uma fúria fria e alívio, e eu sabia que desta vez, ninguém me destruiria. O telefone tocou, era Pedro, e diferente da vida passada, onde o atenderia cegamente, desta vez, minha voz era um gélido: "Alô?" Quando ele perguntou o que era mais importante que o futuro dele, respondi simplesmente: "Meu futuro," e desliguei. Naquele dia, eu não só terminei com ele, como também olhei para Marcos Vinícius, o vizinho "playboy" que sempre me olhou com carinho, e declarei na frente do meu pai: "Eu vou me casar com o Marcos Vinícius." Pedro apareceu na minha porta, furioso, e quando ele tentou me puxar, sussurrou algo que gelou meu sangue: "Não... não de novo. Você não vai me deixar por ele de novo." A única maneira de ele saber disso era se ele também tivesse renascido, e o jogo tinha mudado: agora, não era apenas minha vingança, mas uma batalha. Naquele mesmo dia, vendo o rosto dele pálido de choque e fúria, eu gritei para Marcos, para que Pedro ouvisse: "Marcos Vinícius, quer casar comigo?" A expressão de Pedro, que não havia saído da calçada, se contorceu em desespero e fúria, e a certeza de que ele também se lembrava me atingiu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10