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A Playboy e a Vingadora

Capítulo 4 

Palavras: 897    |    Lançado em: 04/07/2025

ma concussão leve e precisava ficar em observação. Minha cabeça latejava, mas

s vezes em silêncio, às vezes me contando histórias bobas sobre sua infância para me distrair. Ele não me pressionou com perguntas sobre Ped

, ouvi vozes do lado de fora do quarto.

ia Dona Clara, a voz indignada. "E o Pedro? Deixar a Ana

da. "Sempre senti que a ambição dele vinha antes de qualquer outra coisa

Dona Clara. "E ela tem o meu Marcos. Ele a am

eu coração. O apoio de

te, Marcos estava me obser

finalmente acordou.

voz um pouco rouca. "Obr

do. "Ana, eu sei que tudo isso é repentino... nosso noivado, o Pedro..

chão para consolar minha agressora. Pedro, cuja mãe só se importava com a carreira dele. Pedro, qu

disse, apertando sua mão. "Mais real

iu abruptamente. Dona Fátima entrou como

incidente. E de que você está noiva desse aí!

a voz. Estamos em um hospital"

blicamente, e quer que eu abaixe a voz? Você sabe o que as pes

o tenso. "Senhora, acho me

m aqui para falar com a minha nor

íram mais fortes do que eu esperava. "Eu não sou

de vocês já estava sendo planejado! As famí

e Dona Clara entraram no quarto, suas expressões sérias. "Porque eu gostaria de a

para mim, e depois para Marcos e Dona Clara, que e

a minha cama e se vir

elicidade dela não está ao lado do seu filho. O relacionamento deles acabou. E qualque

ado, era inquestionável. Dona Fátima, acostumada a

nsar?", ela gaguejou, sua última te

pai disse com uma frieza co

luta. Ela nos lançou um último olhar cheio

u foi quebrado pela ris

magnífico,

rriu e olh

stá bem

nchendo meus olhos. Mas d

ótima

da minha cama. Ele pegou minha mão novament

inguém vai te machuca

Marcos... tudo isso era um novo começo. O passado estava sendo enterrado,

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A Playboy e a Vingadora
A Playboy e a Vingadora
“A umidade pegajosa de uma tarde de verão nos anos 2000 grudava na minha pele, o cheiro de bolo de fubá vindo da cozinha me trazia uma sensação familiar de casa. Eu tinha certeza que estava morta, pois me lembrava claramente de ter pulado do último andar do prédio abandonado onde Pedro Henrique e eu costumávamos nos encontrar. Minha alma vagou, presa a um ressentimento que não me deixava partir, até que a verdade se revelou: Pedro, meu noivo que falsamente morreu como herói militar, vivia uma vida de luxo com Sofia, minha suposta melhor amiga, rindo da minha dor e da minha estupidez. Eles riram de como eu, cegamente, cuidei da mãe dele enquanto meu próprio pai, o General Silva, definhava e morria sozinho, porque a "morte" de Pedro foi uma farsa para se livrar de mim e sumir com o dinheiro de Sofia. Eu era apenas um fantasma, consumida pelo ódio, incapaz de agir, uma espectadora da felicidade deles construída sobre as ruínas da minha vida. Até agora, quando abri os olhos e reconheci o teto do meu quarto de adolescente, percebendo que havia voltado três anos no tempo, antes de todo o sofrimento. As lágrimas que não derramei como fantasma agora escorriam, não de tristeza, mas de uma fúria fria e alívio, e eu sabia que desta vez, ninguém me destruiria. O telefone tocou, era Pedro, e diferente da vida passada, onde o atenderia cegamente, desta vez, minha voz era um gélido: "Alô?" Quando ele perguntou o que era mais importante que o futuro dele, respondi simplesmente: "Meu futuro," e desliguei. Naquele dia, eu não só terminei com ele, como também olhei para Marcos Vinícius, o vizinho "playboy" que sempre me olhou com carinho, e declarei na frente do meu pai: "Eu vou me casar com o Marcos Vinícius." Pedro apareceu na minha porta, furioso, e quando ele tentou me puxar, sussurrou algo que gelou meu sangue: "Não... não de novo. Você não vai me deixar por ele de novo." A única maneira de ele saber disso era se ele também tivesse renascido, e o jogo tinha mudado: agora, não era apenas minha vingança, mas uma batalha. Naquele mesmo dia, vendo o rosto dele pálido de choque e fúria, eu gritei para Marcos, para que Pedro ouvisse: "Marcos Vinícius, quer casar comigo?" A expressão de Pedro, que não havia saído da calçada, se contorceu em desespero e fúria, e a certeza de que ele também se lembrava me atingiu.”
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