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A Farsa do Meu Noivo Morto

Capítulo 1 

Palavras: 914    |    Lançado em: 04/07/2025

mago, o telefone tocando no meio da n

avó de

erida... acontec

undo

meu apartamento. As palavras dela, "acidente de carro", "não re

eu noivo

ento na semana passada. Ele riu quando eu insisti em peônias, dizendo que eram extra

horrível. Mas o que encontrei foi apenas a confirmação fria e burocrática da tragédia. Um corpo coberto, um rost

familiares entravam e saíam, trazendo comida que eu não to

isa ser fo

staria de t

nta f

lado por horas, apenas para que eu não ficasse sozinha. Sua p

era nosso ninho de amor, agora parecia um mausoléu cheio de fant

ro usava para se barbear. A ideia de me juntar a ele era a única coisa que pa

grando, a consciência se esvaindo. Ele me salvou, mas na época, eu o o

ade, movendo-me como um autômato. A vida continuava ao

a universidade e ir a uma clínica para pegar uma receita. Era uma

do. O homem tinha o braço em volta da cintura da mulher, e

ação co

ostura. Aquele jeito

a

Pe

cia um pouco mais fino, mas não havia dúvida. Era o homem que

ulher bonita, com um ar de sofistica

mões. Eles não me viram. Passaram direto e en

l", eu dizia a mim mesma. "Voc

da dúvida havi

e perguntei à recepcionista quem

companhar a esposa, Sra. Cla

E Clara... o nome me soava familiar,

r. Minha dor se transformou em uma c

er coisa. E então eu encontrei. Escondido no fundo de uma gaveta, um velho diário qu

rido com ele. Ou com o home

adas a ela. A garota que ele amou a distância por anos, sua ob

ínica novamente, em um panfleto amassado no bolso de um casaco v

tingiu com a f

inha feito uma cirurgia plástica para alterar sutilmente sua apa

que ele s

a minha quase-morte... tudo tinha sido u

a fria e cortante. O amor que eu sentia por ele se

reria agora. E eu faria com que ele se arre

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A Farsa do Meu Noivo Morto
A Farsa do Meu Noivo Morto
“O telefone tocou no meio da noite, e a voz trêmula da avó de Pedro anunciou a tragédia: um acidente de carro, "não resistiu". Meu mundo desabou. Pedro, meu noivo, o homem com quem eu planejava a vida, estava morto. Os dias se arrastaram em um borrão de luto, o apartamento antes cheio de sonhos, agora um mausoléu de lembranças dolorosas. Cada canto gritava a ausência dele, e a dor me consumia, quase me levando à morte. Lucas, seu primo, foi meu porto seguro, a única rocha em meu oceano de desespero, cuidando de mim com uma devoção que eu não compreendia totalmente. Até que um dia, uma enxaqueca me levou a uma clínica chique, e ali, sorrindo e abraçado a outra mulher, estava Pedro. Meu coração congelou. Aquela risada, aquela postura, aquele jeito de inclinar a cabeça – não podia ser. Ele, o homem por quem eu havia chorado cada lágrima, estava vivo. E com outra! A recepcionista confirmou: "Sr. Alves, acompanhando a esposa, Sra. Clara Alves." Alves? Não era o sobrenome dele. A semente da dúvida havia sido plantada, virando minha dor em uma suspeita gélida. Vasculhei suas coisas, e em um diário escondido, encontrei a verdade nauseante: Clara, sua obsessão secreta, a quem ele amou à distância. A peça final se encaixou com um panfleto da "Clínica de Cirurgia Estética e Reconstrutiva Dr. Monteiro". Pedro não estava morto. Ele forjou a própria morte, mudou sua aparência, tudo para viver com outra mulher. Meu luto, minha quase morte, tudo tinha sido uma farsa cruel. A tristeza deu lugar a uma raiva fria e cortante. O amor virou desprezo. Ele não estava morto, mas para mim, morreria agora. E eu faria com que ele se arrependesse de ter me transformado em uma tola. A vingança seria um prato frio, e eu estava disposta a esperar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10