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A Farsa do Meu Noivo Morto

Capítulo 2 

Palavras: 735    |    Lançado em: 04/07/2025

o "acidente" foram os m

. Júlia e Pedro, o casal perfeito. Era o que todos diziam. Professora unive

deitados na grama do parque, plan

ar mal em Roma", ele disse,

", eu completei, sentindo meu c

nsidade que me fazia sent

Júlia. Mais

palavra, em cada promessa, em cada

aio em céu azul. A avó dele me

da da serra... a chuva estav

u terminar a fra

toda lá, um mar de rostos contorcidos pela dor. Eles me abraçaram,

choque parecia genuíno. Olhando para trás, vejo a performance d

funeral de um caixão fechado, segurando a mão da mulhe

ter certeza absoluta. A ideia de que ele estava vivo e me enganand

o panfleto, "Clínica de Cirurgia Estética

oa fina caindo do céu, espelha

cepcionista, disse que estava procurando informações sobre um procedime

digital na mesa dela, uma foto da equip

estav

foto era de alguns meses atrás, antes do "acidente". A legenda

. Irref

via mais nada. O som em meus ouvidos era o da min

, impiedosa, mas eu não senti. Fiquei parada na calçada, deixando a água encharcar m

tristeza. Eram de r

e me fez de luto por um homem vivo. Ele me tr

rcada e tremendo de frio e

guarda-chuva sobre a cabeça dela, protegendo-a da tempestade que caía sobre mim. Ele se inclin

em que prometeu me amar para sempre, protegendo outra mulh

s da cortina de água. Vi um lampejo de reconhecimento, de pânico, antes

me

e fu

minhas lágrimas, mas não conseguia apagar a imagem dele

eu lugar, nasceu um desejo f

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A Farsa do Meu Noivo Morto
A Farsa do Meu Noivo Morto
“O telefone tocou no meio da noite, e a voz trêmula da avó de Pedro anunciou a tragédia: um acidente de carro, "não resistiu". Meu mundo desabou. Pedro, meu noivo, o homem com quem eu planejava a vida, estava morto. Os dias se arrastaram em um borrão de luto, o apartamento antes cheio de sonhos, agora um mausoléu de lembranças dolorosas. Cada canto gritava a ausência dele, e a dor me consumia, quase me levando à morte. Lucas, seu primo, foi meu porto seguro, a única rocha em meu oceano de desespero, cuidando de mim com uma devoção que eu não compreendia totalmente. Até que um dia, uma enxaqueca me levou a uma clínica chique, e ali, sorrindo e abraçado a outra mulher, estava Pedro. Meu coração congelou. Aquela risada, aquela postura, aquele jeito de inclinar a cabeça – não podia ser. Ele, o homem por quem eu havia chorado cada lágrima, estava vivo. E com outra! A recepcionista confirmou: "Sr. Alves, acompanhando a esposa, Sra. Clara Alves." Alves? Não era o sobrenome dele. A semente da dúvida havia sido plantada, virando minha dor em uma suspeita gélida. Vasculhei suas coisas, e em um diário escondido, encontrei a verdade nauseante: Clara, sua obsessão secreta, a quem ele amou à distância. A peça final se encaixou com um panfleto da "Clínica de Cirurgia Estética e Reconstrutiva Dr. Monteiro". Pedro não estava morto. Ele forjou a própria morte, mudou sua aparência, tudo para viver com outra mulher. Meu luto, minha quase morte, tudo tinha sido uma farsa cruel. A tristeza deu lugar a uma raiva fria e cortante. O amor virou desprezo. Ele não estava morto, mas para mim, morreria agora. E eu faria com que ele se arrependesse de ter me transformado em uma tola. A vingança seria um prato frio, e eu estava disposta a esperar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10