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A Farsa do Meu Noivo Morto

Capítulo 3 

Palavras: 663    |    Lançado em: 04/07/2025

oi substituída por uma raiva constante e silenciosa. Eu ia para a universidade,

ro continuav

você está? Você prec

de um tempo." Eu a chamava

ê não está comendo dire

nico cuja dor parecia real. Mas ele também era primo de Pedro. Ele sabia? Ele também faz

odos os nossos amigos, prometendo uma vida inteira. Que piada. Éramos para ser como os pássaros que

um lembrete constante da minha estupidez. Eu quase morri por um homem que, naquele

e eu tive que me sentar. Nunca mais. Eu nunca mais

esar dele. Eu me matriculei em uma aula de dança, comecei a sair com minhas am

to que se come frio, e eu

A mesma chuva torrencial do dia em que descobri a verdade. O cheiro de asfalto molhado

pernas fraquejaram e eu me apoiei em um muro para não cair. A do

icou e

al. A primeira coisa que vi foi o rosto preocupa

acordou. Gr

Ele parecia cansado, c

ceu?", minha

calçada. Você desmaiou. O médico disse que é

a mão. Sua mão e

i tão pre

que eu sentia começou a se dissipar. Ele não sabia. Se sou

entrou para c

tencioso", ela disse com um sorriso.

iv

s, confusa. Ele

, ele disse, sem jeito. "Eles não dei

e formou em meus lábios. Pela primeira v

sada de odiar, cansada de estar sozinha.

mãos dadas. Uma ideia começou a se formar na minha mente. Um

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A Farsa do Meu Noivo Morto
A Farsa do Meu Noivo Morto
“O telefone tocou no meio da noite, e a voz trêmula da avó de Pedro anunciou a tragédia: um acidente de carro, "não resistiu". Meu mundo desabou. Pedro, meu noivo, o homem com quem eu planejava a vida, estava morto. Os dias se arrastaram em um borrão de luto, o apartamento antes cheio de sonhos, agora um mausoléu de lembranças dolorosas. Cada canto gritava a ausência dele, e a dor me consumia, quase me levando à morte. Lucas, seu primo, foi meu porto seguro, a única rocha em meu oceano de desespero, cuidando de mim com uma devoção que eu não compreendia totalmente. Até que um dia, uma enxaqueca me levou a uma clínica chique, e ali, sorrindo e abraçado a outra mulher, estava Pedro. Meu coração congelou. Aquela risada, aquela postura, aquele jeito de inclinar a cabeça – não podia ser. Ele, o homem por quem eu havia chorado cada lágrima, estava vivo. E com outra! A recepcionista confirmou: "Sr. Alves, acompanhando a esposa, Sra. Clara Alves." Alves? Não era o sobrenome dele. A semente da dúvida havia sido plantada, virando minha dor em uma suspeita gélida. Vasculhei suas coisas, e em um diário escondido, encontrei a verdade nauseante: Clara, sua obsessão secreta, a quem ele amou à distância. A peça final se encaixou com um panfleto da "Clínica de Cirurgia Estética e Reconstrutiva Dr. Monteiro". Pedro não estava morto. Ele forjou a própria morte, mudou sua aparência, tudo para viver com outra mulher. Meu luto, minha quase morte, tudo tinha sido uma farsa cruel. A tristeza deu lugar a uma raiva fria e cortante. O amor virou desprezo. Ele não estava morto, mas para mim, morreria agora. E eu faria com que ele se arrependesse de ter me transformado em uma tola. A vingança seria um prato frio, e eu estava disposta a esperar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10