icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Dor da Mulher Traída

Capítulo 4 

Palavras: 1267    |    Lançado em: 04/07/2025

iva: dois dias p

cotando o essencial em duas malas, escondendo-as no fundo do closet. Cada objet

seu quarto. Certa tarde, Maria o encontrou chorando silenciosamente

ndo um biquíni na piscina, exibia uma barriga lisa, sem cicatrizes. A legenda dizia: "M

"nova vida" de Clara foi construíd

m força, o coração apert

do o tablet de suas mãos. "Isso não é real. A felicid

ombro dela, os pequenos

ele deixou eles fa

dia oferecer conforto e a promessa d

João chegou em casa mais cedo, e não estava sozi

zendo um presente. "Eu pensei, por que esperar? A casa é grande o sufi

la estava no meio de dobrar algumas roupa

o chão. Seu sorriso desapar

á indo para algum lugar?

e fosse a vítima. A ironia era tã

calma que não sentia. "Eu estava apenas organizando o ar

. Ele não conseguia conceber a ideia de que ela, sua esposa subm

um momento" , ele disse. "Ent

fia com as malas, mostrando a ela o quarto de hóspedes, que

de seu marido e a filha dela sob o mesmo teto era uma forma de t

disse, a voz monótona. Ela só pre

arava um jantar simples, Clara, sentindo-se encorajada pela presen

do no chão, tentando consertar a prótese que usava desde a "ci

a?" , Clara perguntou, a

, concentrado e

, quebrou a peça de plástico que Pedro estava

ela com um so

tese, depois para ela, os olhos se enc

ê fez isso?"

a e Sofia entraram no quar

ntou Maria, vendo imediatamente a próte

quebrou de propósit

da filha, abraçando-a c

ue aconteceu

ando com essa coisa esquisita e gritou com

para Maria c

agem. Ele precisa apr

se esgotou. A fachada

plodiu. "Você vem para a minha casa, sua filha atorment

m som cruel

ia me agradecer. Graças ao seu filho inútil, a minha filha está viva.

forma tão brutal e

a. Ela não sabia o que ia fazer, só sabia

fúria. Ele viu Maria indo em direção a Sofia e agiu p

rrou para trás. Ela perdeu o equilíbrio e caiu

Ela olhou para cima e viu João parado sobre ela, o peito arfando.

a correu para

a me assustou! Ela

u a chorar, soluços

ar aqui. Ela nos odeia.

acilmente manipulada. O breve momento de culpa se

depois para Pedro, que estav

drama. Sofia, Clara, vamos. Vamos para um hotel. Vocês duas" , el

ilha dela com ele, abandonando sua esposa fer

ria, as lágrimas esc

e, você e

mas naquele momento, ele era o protetor de sua mã

sussurrou. "Ele foi embora.

a em seus olhos. A dor, a humilhação, a raiva, tudo se

endo, o coração em pedaços,

uma nova e terrível clareza. "Nós estamos so

s suficiente. Agor

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Dor da Mulher Traída
A Dor da Mulher Traída
“Na sala fria do hospital, um sorriso de satisfação moldava o rosto de João. A cirurgia de Clara, sua filha e de sua amante Sofia, era um sucesso. Mas o Dr. Ricardo, seu cúmplice, tinha os olhos cheios de medo. "O que fizemos é monstruoso, João! Usamos sua esposa e seu filho como... peças de reposição!" Minha mente não conseguia processar. Maria? Pedro? Peças de reposição?! Ele riu, um som seco e arrogante. "Maria me ama. Acredita em tudo que digo. Vai pensar que foi um milagre que todos sobreviveram ao 'acidente'." Meu mundo desabou ao ouvir cada palavra, minha dor física eclipsada pela dor avassaladora da traição. Como fui tão cega? O monstro dormia ao meu lado todas as noites. Pedro, meu filho de sete anos, tremia ao meu lado, seus olhos inocentes arregalados em um terror quebrado. "Sofia, meu amor," ouvi João dizer ao telefone, a voz cheia de um carinho falso. "Clara está salva. Vocês duas podem voltar para casa. Para a nossa casa." Recuei, puxando Pedro comigo. Eu tinha que esconder a verdade em meus olhos, para que ele não soubesse que eu sabia. Quando ele nos viu, o pânico brilhou em seus olhos por um segundo. "O que vocês ouviram?" Tive que mentir, a voz surpreendentemente firme. "Nós só... só viemos te procurar. Eu estava tonta." Ele nem suspeitava. "Com a melhora da Clara, pensei que talvez fosse uma boa hora para elas virem ficar conosco por um tempo." A audácia dele queimou em mim, mas minha máscara permaneceu calma. Pedro se encolheu atrás de mim. "Claro," eu disse, sem emoção. "Por que não?" Ele sorriu, completamente alheio à tempestade que eu estava me preparando para liberar. As lágrimas finalmente escorreram quando ele se afastou. "Mãe, não chora", Pedro sussurrou, suas pequenas mãos me apertando. "Nós vamos embora, não vamos?" "Sim, meu amor", prometi. "Para bem longe daqui." Naquela noite, Pedro rasgou todas as fotos do pai de seu diário. "Papai mentiu. Não teve acidente. Ele me machucou. Ele machucou a mamãe. Eu odeio ele. Eu não tenho mais um pai." Ver a dor do meu filho solidificou minha decisão. Não era mais sobre ir embora. Era sobre justiça. "Nós vamos embora, Pedro", eu disse, minha voz dura como aço. "E ele vai pagar por cada lágrima que você derramou."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10