icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força

Capítulo 2 

Palavras: 579    |    Lançado em: 04/07/2025

funeral da minha mã

eu rosto solene, como se est

mãe, agarrou-me no braço, o

fazer aqui?" sibilou ela

enquanto ele se aproximava, com u

baixou a cabeça por um moment

demos co

nversar," disse eu,

le, baixando a voz. "Nã

rga escapou do

ua simples presença aqui é um i

Clara, aproximou-se, o seu ros

com o teu marido?" repreendeu ela.

va lá! Ele escolheu a irmã dele em vez da mi

escondido atrás da m

horamingou ela. "Eu não sa

raiva a ferver. "Tu nunca sabes de nada, pois não? Só sabes c

, um homem que sempre me intimidou com o seu ar auto

da minha mãe, a mulher que morreu por causa da negligência do vos

garrou-me

isso. Estás a e

ão dele com um

e agora, a única coisa que

re o pequeno grupo. A Dona C

uca? Vocês estão casa

o vou passar mais um segundo da minha vida cas

a mim, a sua expr

a. Estás a agir por imp

, estou a ver as coisas com clareza. Eu quero

da minha mãe quando nos casá

oz a baixar para um sussurro ameaçador. "Vais deitar

u, olhando-o nos olhos. "Foi u

ali, rodeado pela sua família, a sua falsa

uele momento, só conseguia

pelo que fize

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força
A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força
“Quando abri os olhos, o cheiro de desinfetante invadiu-me as narinas e a primeira coisa que vi foi o teto branco do hospital. A minha melhor amiga, Sofia, estava ao meu lado, com os olhos vermelhos de chorar. «Finalmente acordaste, Eva.» disse ela, a voz rouca. Mal sabia eu que a minha vida tinha acabado de ruir. A minha mãe, a minha querida mãe, o meu porto seguro, estava morta. Não um acidente qualquer: o meu marido, Pedro, escolheu a fobia de rato da sua irmã em vez de nos levar ao hospital para o tratamento de cancro da minha mãe. Ele abandonou-nos. E agora, ela não estava mais connosco. No funeral, a família dele fez um espetáculo de luto, o pai dele tentou intimidar-me, e a irmã, Júlia, choramingou como sempre. A raiva explodiu em mim. «Eu quero o divórcio!» gritei, perante todos. Pedro tentou comprar o meu silêncio, insistindo que eu estava louca de dor. Ele e a sua mãe arrogante exigiram metade da casa, mesmo sabendo que era um presente da minha mãe. Mas eu não era a mesma Eva. Decidi lutar, contratar um advogado. Foi então que uma verdade ainda mais chocante veio à tona. Júlia, em segredo, revelou que o motorista do acidente, Mário Costa, era um ex-funcionário do pai dela e recebeu uma quantia enorme um dia depois do acidente. Tinha sido ele a ameaçar a minha mãe para vender ações da empresa. Como se não bastasse, o pai de Pedro, Afonso, veio ter comigo para me ameaçar, dizendo que "acidentes acontecem todos os dias", sem saber que eu os estava a gravar. O meu luto transformou-se em uma sede fria por justiça. A morte da minha mãe não foi um acidente, foi um crime orquestrado. Eles pagariam. Todos eles. Preparei-me para a sua queda.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10