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A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força

Capítulo 3 

Palavras: 552    |    Lançado em: 04/07/2025

s partilhava com o Pedro fo

de, era uma recordação dolorosa de u

s roupas, os seus livros, os seus estúpidos videojogos. Coloquei tu

meu telemóvel tocou. Er

z. O Senhor Af

a mensagem

ama-te. Eu sinto muito pelo que aconteceu

deixou um gosto a

exigido o divórcio, o Ped

tido, mas eu não senti qu

versar," disse ele, ten

eei-lhe

sas estão nas caixas na garagem.

ele, a sua voz a ganhar um tom tei

está apenas no meu nome. Foi um presente da minh

ngi-lo. Ele sabi

a suavizar. "Eu estava em pânico. A Júlia...

Não pensaste em mim, não pensaste na minh

ão é ve

e ti? Quantas noites passaste a consolá-la por causa de problemas insignifican

ta. O silêncio dele

ele, como se essas três pa

sabes o que é o amor. Tu só sabes o que é a obrigaçã

ugeriu ele, desesperado.

Pedro. Acabou. Pega nas tu

meio, impedindo-me. A sua expressão tinha mudado, a

se ele, a sua voz baixa e ameaçadora. "

em fraco que se esconde atrás da saia da irmã. Agora,

os seus olhos cheios de um ressentimento

e. "Fica com tudo. Mas vais

rvei-o a ir embora, sentindo um estranho vazio. N

inha apena

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A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força
A Vingança de Eva: Quando a Dor Se Torna Força
“Quando abri os olhos, o cheiro de desinfetante invadiu-me as narinas e a primeira coisa que vi foi o teto branco do hospital. A minha melhor amiga, Sofia, estava ao meu lado, com os olhos vermelhos de chorar. «Finalmente acordaste, Eva.» disse ela, a voz rouca. Mal sabia eu que a minha vida tinha acabado de ruir. A minha mãe, a minha querida mãe, o meu porto seguro, estava morta. Não um acidente qualquer: o meu marido, Pedro, escolheu a fobia de rato da sua irmã em vez de nos levar ao hospital para o tratamento de cancro da minha mãe. Ele abandonou-nos. E agora, ela não estava mais connosco. No funeral, a família dele fez um espetáculo de luto, o pai dele tentou intimidar-me, e a irmã, Júlia, choramingou como sempre. A raiva explodiu em mim. «Eu quero o divórcio!» gritei, perante todos. Pedro tentou comprar o meu silêncio, insistindo que eu estava louca de dor. Ele e a sua mãe arrogante exigiram metade da casa, mesmo sabendo que era um presente da minha mãe. Mas eu não era a mesma Eva. Decidi lutar, contratar um advogado. Foi então que uma verdade ainda mais chocante veio à tona. Júlia, em segredo, revelou que o motorista do acidente, Mário Costa, era um ex-funcionário do pai dela e recebeu uma quantia enorme um dia depois do acidente. Tinha sido ele a ameaçar a minha mãe para vender ações da empresa. Como se não bastasse, o pai de Pedro, Afonso, veio ter comigo para me ameaçar, dizendo que "acidentes acontecem todos os dias", sem saber que eu os estava a gravar. O meu luto transformou-se em uma sede fria por justiça. A morte da minha mãe não foi um acidente, foi um crime orquestrado. Eles pagariam. Todos eles. Preparei-me para a sua queda.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10