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Ele Não É Mais Seu Capacho

Capítulo 1 

Palavras: 843    |    Lançado em: 04/07/2025

estar, um som claro e cortante que se mi

de couro branco, aninhada n

stas, possessiva, enquanto os lá

ar uma fileira de encadernações que nunca eram tocadas. Eu

, sem sequer virar a c

mas carregada de uma

, So

nós. E traga alguns daquele

som arrogante que me

ssim?", perguntou ele, a boca

ugar dele", r

ra não deixar a raiva transparecer. Peguei a garrafa gelada da adega e a

eles, um outro casal, haviam chegado e agora assistiam à

Ela pegou uma taça sem me olh

e ela, a palavra "querido

sem saber se es

ela de vidro, que ia do chão ao teto e dava para o jardim e

", disse ela, como se a idei

u seu olhar e

com essa

virou para mim, seus olhos brilhando com malícia

ueno grupo. A chuva batia c

, a voz mais baixa

do carro na mesinha de centro e as jogou na minha direção. Elas caíram no

iram, um som aba

tá chovend

de açúcar, é? Anda logo

s do chão, sentindo os olhares de todos queimando em minhas cos

minhei em dir

ndos, minha camisa e calça estavam completamente enchar

na mão, como se estivessem assistindo a um espetáculo. Sofia estava no

xampu para carros. Cada movimento era lento,

espuma se misturava com a água da chuva, escorrendo pelo me

es, mesmo através do vidro e

nsamento me manteve de pé. Um único pensam

an

no, de humilhações diárias, de noites em que eu dormia no quarto de hóspedes enquanto ouvia os sons dela com

achavam que eu tinha me casado por amor com uma m

o estava q

. Eu podia suport

minha direção, um brinde zombeteiro. Gabriel

mim, distorcida pelo vento. "Parece um cachorr

Sofia foi

se ela. "Mas pelo menos

da escorria pelo meu rosto, misturando-se a algo que po

lava na minha mente. Am

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Ele Não É Mais Seu Capacho
Ele Não É Mais Seu Capacho
“A risada de Sofia ecoou, misturando-se à chuva lá fora, enquanto eu, Heitor, observava da estante, um fantasma na minha própria casa. Ela estava nos braços de Gabriel, e a voz de Sofia, outrora melosa, transformou-se em uma ordem humilhante: "Heitor, por que você não vai lavá-lo para mim?". Fui compelido a lavar o carro dela sob uma chuva torrencial, de joelhos, meus dedos congelados e dormentes, observando Sofia e Gabriel rirem abertamente através da janela, brindando à minha humilhação, como se eu fosse um cão molhado. A dor de ser tratado como um objeto se intensificou quando, febril e doente, desmaiei, apenas para ser "socorrido" por Gabriel com uma seringa cheia de um líquido desconhecido, enquanto Sofia assistia, mais preocupada com o pulso dele do que com minha agonia. Mas, ao ver minha rejeição no espelho, ela finalmente perguntou: "O que aconteceu com você?". Eu não respondi, mas o Heitor que ela conhecia, o capacho que ela pisava, havia acabado.”
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