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Ele Não É Mais Seu Capacho

Capítulo 2 

Palavras: 659    |    Lançado em: 04/07/2025

eu estava tremendo incontrolavelmente, meus dentes batiam uns nos outros. A chuva ha

dava na lavanderia. Tirei a camisa encharcada e a joguei no chão,

a a mesma. Sofia, Gabriel e seus amigos estavam agora jogando alguma coisa no c

e comecei a su

que vai?", a voz

m banho. Est

olhou de cima a baixo, uma ex

pingando no

. Apenas fiquei

e se levantou. Ele caminhou até m

pouco pálido, n

ela respondeu, voltando

la em direção ao quintal dos fundos, onde a piscin

na toda. Folhas por toda par

inha, e não era apenas pelo fri

ção vem amanhã", eu d

e uma forma infantil e provocadora. Ele se virou para Sofia. "Amor, a ág

bros. "Se você

. A ordem foi da

Gabriel, sorrindo. "

olhando para ela. "Estou congelan

im. Seus olhos eram frios,

. Um pouco de trabalho físi

com força. Não havia argum

da piscina, peguei a longa rede de limpeza e caminhei até a beira da água. O vapor

cina fez meus músculos doerem. Meus tremores pioraram. Uma tontura com

o da sala de estar. Suas silhue

ma dor aguda começou a se formar no meu peito a cada vez que eu inspirava o

rminar. Apenas agu

rápido. A rede pareceu pesar um

ez. Vi Sofia rindo de algo que Gabriel disse, a cabeça dela joga

inha mão e caiu na águ

elhos d

vés de madeira da piscina correndo para me encontrar. A ú

o, n

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Ele Não É Mais Seu Capacho
Ele Não É Mais Seu Capacho
“A risada de Sofia ecoou, misturando-se à chuva lá fora, enquanto eu, Heitor, observava da estante, um fantasma na minha própria casa. Ela estava nos braços de Gabriel, e a voz de Sofia, outrora melosa, transformou-se em uma ordem humilhante: "Heitor, por que você não vai lavá-lo para mim?". Fui compelido a lavar o carro dela sob uma chuva torrencial, de joelhos, meus dedos congelados e dormentes, observando Sofia e Gabriel rirem abertamente através da janela, brindando à minha humilhação, como se eu fosse um cão molhado. A dor de ser tratado como um objeto se intensificou quando, febril e doente, desmaiei, apenas para ser "socorrido" por Gabriel com uma seringa cheia de um líquido desconhecido, enquanto Sofia assistia, mais preocupada com o pulso dele do que com minha agonia. Mas, ao ver minha rejeição no espelho, ela finalmente perguntou: "O que aconteceu com você?". Eu não respondi, mas o Heitor que ela conhecia, o capacho que ela pisava, havia acabado.”
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