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Destino Reescrito

Capítulo 1 

Palavras: 672    |    Lançado em: 04/07/2025

ra bamba, a corda áspera pressionando meu pescoço. Lá fora, o palácio estava em festa, com lanternas vermelhas e risadas que ecoavam à distância, celebrando a noite d

neste mundo. Meu único d

i para o vazio, "vou p

mens mais poderosos do império, os chamados "filhos do céu", se apaixonassem perdidamente por mim. Eu dei tudo de mim, use

va silencioso, exceto por uma última e fria notificação: "Falha na missão. As

dia aceitar. A única maneira de forçar um retorno, de ver minha família novamen

uma determinação de ferro, c

de mim, e meus pulmões queimavam em busca de oxigênio. Minha visão começou a escurecer, e

ais do que tudo e agora me odiava com a mesma intensidade. Ricardo, o príncipe herdeiro que me prometeu o mundo e dep

s eles me odiavam. Odiaram-me a ponto de me jogarem ne

va diminuindo, sendo substituída por uma est

som. Um grito abafa

un

s que eu pudesse entender o que estava acontecendo, senti um balde de água gelada

corda com uma adaga. Eu caí no chão, tossindo e engasgando,

ário de contas negras era girado incessantemente. Seu rosto era bonito, mas marcado por uma frieza que co

heci insti

a voz saiu como u

os de um nojo profundo e inabalável. Um vinco

direito de diz

o gelo, cada pa

a ficar quieta neste lugar. Pelo

seu rosto a ce

? Luna, isso é baixo

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Destino Reescrito
Destino Reescrito
“No Pavilhão Esquecido, eu, Luna, sufocava não só pela corda no pescoço, mas por 21 anos tentando conquistar o amor de quatro homens para retornar à minha casa. Minha missão falhou miseravelmente, e o sistema me negou o retorno. A única saída era a morte, mas nem isso me foi permitido. Mateus, meu ex-confidente, me resgatou do meu próprio enforcamento, apenas para me lançar outra vez ao desprezo. Fui arrastada de volta à minha antiga casa, a mansão Varga, onde Leandro, meu irmão, o homem que quebrou meus dedos e me deserdou por causa da "santa" Stella, me tratou como um verme. Desesperada por finalmente morrer e ir para casa, comi veneno, mas Ricardo, que me apunhalou pelas costas e tirou meu filho, me impediu. Em vez de morrer, fui acusada de um crime que não cometi, presa e torturada novamente. Nem mesmo quando Felipe, meu amor de infância que me trocou por Stella, tentou me "salvar" como sua concubina, a morte veio. Fui enviada para um suposto convento, apenas para Stella revelar ser outra jogadora do sistema, planejando me torturar e roubar meu progresso. Mas o jogo virou. Usei uma centopeia venenosa para envenená-la e, enquanto o caos se instalava, corri para o penhasco. Com os lamentos dos homens que um dia me amaram – ou fingiram amar – ecoando atrás de mim, pulei. Finalmente, estou em casa. Curada da doença, com memórias apagadas. Aqueles que me feriram, agora pagam em sua própria culpa. E eu, livre, peço bolo de fubá.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10