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Destino Reescrito

Capítulo 2 

Palavras: 717    |    Lançado em: 04/07/2025

asa, limpei suas feridas, dei-lhe comida e um lugar para ficar. Naquela época, ele era tímido e grato, e me seguia como uma sombra, prometendo retribuir minha bondade um dia. Eu o g

próximo, meu confiden

Stella a

e eu estava conspirando contra o príncipe herdeiro, Ricardo. A caligrafia era uma imitação perfeita da minha

acredita

aidora. E Mateus, meu amigo, foi quem me olhou com mais frieza, como se eu fosse a personificação do mal. Ele fo

minha desgraça. Eu lavava suas roupas em água gelada até meus dedos sangrarem. Eu era a escória do palácio, a mulh

ui, olhando para mim co

ha garganta ardendo. "Você acha qu

ca escapou de

or ser o centro do mundo. Quando viu que ninguém mais se impo

me dando uma força que

anhando firmeza, "então por que você veio? O Pavilhão Esq

r uma fração de segundo.

rque ouviu um boato e ficou preocupado. Você veio porque, no fundo, um

ele rosnou, a co

ra si mesmo o quanto quiser, Mateus. Mas

scara de indiferença. Ele alisou suas vestes, c

não quer um cadáver apodrecendo em

nhou até

as. Você não pode

, perguntei, a esperan

m sorriso cruel

ificam nada para mim. Apenas saia do palácio. Você é

deixando a p

que continha minhas poucas posses e saí para a noite fria. Eu estava livre do Pavil

escuros, a lua cheia iluminou a superfície de um grand

orrer enforcada, então eu

ava gelado, mas eu não sentia nada. Minha mente estava foca

o, eu

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Destino Reescrito
Destino Reescrito
“No Pavilhão Esquecido, eu, Luna, sufocava não só pela corda no pescoço, mas por 21 anos tentando conquistar o amor de quatro homens para retornar à minha casa. Minha missão falhou miseravelmente, e o sistema me negou o retorno. A única saída era a morte, mas nem isso me foi permitido. Mateus, meu ex-confidente, me resgatou do meu próprio enforcamento, apenas para me lançar outra vez ao desprezo. Fui arrastada de volta à minha antiga casa, a mansão Varga, onde Leandro, meu irmão, o homem que quebrou meus dedos e me deserdou por causa da "santa" Stella, me tratou como um verme. Desesperada por finalmente morrer e ir para casa, comi veneno, mas Ricardo, que me apunhalou pelas costas e tirou meu filho, me impediu. Em vez de morrer, fui acusada de um crime que não cometi, presa e torturada novamente. Nem mesmo quando Felipe, meu amor de infância que me trocou por Stella, tentou me "salvar" como sua concubina, a morte veio. Fui enviada para um suposto convento, apenas para Stella revelar ser outra jogadora do sistema, planejando me torturar e roubar meu progresso. Mas o jogo virou. Usei uma centopeia venenosa para envenená-la e, enquanto o caos se instalava, corri para o penhasco. Com os lamentos dos homens que um dia me amaram – ou fingiram amar – ecoando atrás de mim, pulei. Finalmente, estou em casa. Curada da doença, com memórias apagadas. Aqueles que me feriram, agora pagam em sua própria culpa. E eu, livre, peço bolo de fubá.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10