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Destino Reescrito

Capítulo 3 

Palavras: 546    |    Lançado em: 04/07/2025

tituída por um abraço pesado e escuro. Eu afundei, a água enchendo meus pulmões, o silêncio d

de bolo de fubá que ela fazia nos fins de semana. Lembrei-me do meu pai me ensinando a andar de bicicleta, se

ria rasgou a

ima com uma violência desesperada. Fui arrastada

uma máscara de pura raiva, os olhos brilh

o pelo jardim silencioso. Ele me jogou na gram

as de frustração. Ele me

po de jogo doentio é esse agora?

eu cabelo e roupas, e olhei diretamente para e

ritado, então me dei

eus olhos deu lugar a um choque genuíno

onseguiu terminar. Seus olhos est

erável, escondendo seu medo atrás de uma fachada de arrogância ou, agora, de piedade fria. Mas eu o conhecia. Eu via através dele. Ele

eu disse, me levantando. "Não poss

acote de pano, que h

ntrar out

le, ele agarrou meu pulso.

cê pensa

onge de

ensa. "Você é ardilosa demais. Vai tentar

uxou par

não poderá mais causar problem

an

que qualquer outra pessoa no mundo. O homem que, quatro anos at

a alguém que me controlaria. Mas, na

do que ficaria feliz em m

a minha

com uma resignação fin

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Destino Reescrito
Destino Reescrito
“No Pavilhão Esquecido, eu, Luna, sufocava não só pela corda no pescoço, mas por 21 anos tentando conquistar o amor de quatro homens para retornar à minha casa. Minha missão falhou miseravelmente, e o sistema me negou o retorno. A única saída era a morte, mas nem isso me foi permitido. Mateus, meu ex-confidente, me resgatou do meu próprio enforcamento, apenas para me lançar outra vez ao desprezo. Fui arrastada de volta à minha antiga casa, a mansão Varga, onde Leandro, meu irmão, o homem que quebrou meus dedos e me deserdou por causa da "santa" Stella, me tratou como um verme. Desesperada por finalmente morrer e ir para casa, comi veneno, mas Ricardo, que me apunhalou pelas costas e tirou meu filho, me impediu. Em vez de morrer, fui acusada de um crime que não cometi, presa e torturada novamente. Nem mesmo quando Felipe, meu amor de infância que me trocou por Stella, tentou me "salvar" como sua concubina, a morte veio. Fui enviada para um suposto convento, apenas para Stella revelar ser outra jogadora do sistema, planejando me torturar e roubar meu progresso. Mas o jogo virou. Usei uma centopeia venenosa para envenená-la e, enquanto o caos se instalava, corri para o penhasco. Com os lamentos dos homens que um dia me amaram – ou fingiram amar – ecoando atrás de mim, pulei. Finalmente, estou em casa. Curada da doença, com memórias apagadas. Aqueles que me feriram, agora pagam em sua própria culpa. E eu, livre, peço bolo de fubá.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10