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Destino Reescrito

Capítulo 4 

Palavras: 578    |    Lançado em: 04/07/2025

reneticamente, arrumando vasos de flores frescas e desenrolando tapetes caros. Uma sensação de u

itas, havia uma pilha de presentes caros e, no centro,

entrei, arrastada por Mateus. Eu era invi

voz fria

está faze

te. O menino que eu criei havia se tornado um homem, o chefe da família Varga. Mas seu

a?", ele desdenhou, descendo as escadas lentam

portava no mundo. Lembrei-me de quando ele quebrou a perna e eu o carreguei nas costas por quilômetros. Ele

a quebrada.

delicadeza. Ela me disse, com um sorriso doce, que minhas mãos, calejadas por anos de prática de esgrima e medicina, eram g

acre

m bastão de madeira e, na frente de todos os criados, quebrou os dedos da minha mão direita. "Você não vai mais envergonhar est

nte de mim, o mesmo d

ntrei tentando tirar a própria vida. A

iu, um so

, ele olhou para Mateus. "Ouvi dizer que Stella também tent

ou para mi

us dramas. Stella está voltando hoje, e n

embo

. Todos queriam qu

lhes daria o q

res bonitas e folhas mortalmente venenosas. Anos atrás, eu e Leandro tínhamos discutido sobre aquela planta.

udesse reagir, estendi a mão, arranquei um

u de desprezo para pâni

UN

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Destino Reescrito
Destino Reescrito
“No Pavilhão Esquecido, eu, Luna, sufocava não só pela corda no pescoço, mas por 21 anos tentando conquistar o amor de quatro homens para retornar à minha casa. Minha missão falhou miseravelmente, e o sistema me negou o retorno. A única saída era a morte, mas nem isso me foi permitido. Mateus, meu ex-confidente, me resgatou do meu próprio enforcamento, apenas para me lançar outra vez ao desprezo. Fui arrastada de volta à minha antiga casa, a mansão Varga, onde Leandro, meu irmão, o homem que quebrou meus dedos e me deserdou por causa da "santa" Stella, me tratou como um verme. Desesperada por finalmente morrer e ir para casa, comi veneno, mas Ricardo, que me apunhalou pelas costas e tirou meu filho, me impediu. Em vez de morrer, fui acusada de um crime que não cometi, presa e torturada novamente. Nem mesmo quando Felipe, meu amor de infância que me trocou por Stella, tentou me "salvar" como sua concubina, a morte veio. Fui enviada para um suposto convento, apenas para Stella revelar ser outra jogadora do sistema, planejando me torturar e roubar meu progresso. Mas o jogo virou. Usei uma centopeia venenosa para envenená-la e, enquanto o caos se instalava, corri para o penhasco. Com os lamentos dos homens que um dia me amaram – ou fingiram amar – ecoando atrás de mim, pulei. Finalmente, estou em casa. Curada da doença, com memórias apagadas. Aqueles que me feriram, agora pagam em sua própria culpa. E eu, livre, peço bolo de fubá.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10