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Vingança Que Ninguém Esperava

Capítulo 3 

Palavras: 511    |    Lançado em: 04/07/2025

atrás de Pedro, agarrando o braço dele com

embora!" , ela choramingou, com os olh

, que ainda me enca

l, Pedro?" , minha voz saiu baixa, mas cortante, carregada de um sarca

osto pálido. Ele não conse

ervir. Um rapaz alto e arrogante, que segur

não pode entrar aqui e agredir a

lo rosa ao lado de

ão superou o fora. Olha pra ela, toda simp

mpletou, com u

ineira nova que a mãe da Clara contratou?

não faziam ideia de quem eu era, e suas palavras, baseadas e

veitou a oportunidade para assumir o controle da narrativa. Ela saiu de trás dele

uma falsa piedade. "Olha, eu sei que deve ser difícil pra você. Eu e o Pedro estamos juntos há quase um ano. Ele tent

e um

ras ecoaram n

hamos nos casa

m ela, vivendo uma vida dupla, desde o começo do nosso casamento. A viagem que ele prometeu, os jantares, as d

a. Ele não apenas me traiu; ele construiu

ra de Clara era apenas dela. Mas ele permaneceu em silêncio, o que era uma

era mais sobre uma festa ou uma viagem cancelada. Era sobre a to

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Vingança Que Ninguém Esperava
Vingança Que Ninguém Esperava
“As malas estavam prontas, e eu sonhava com uma viagem romântica que Pedro, meu noivo, prometeu há meses. De repente, o telefone tocou: a mãe dele estava "doente" no hospital, cancelando tudo. Senti uma pontada de decepção, mas a preocupação tomou conta... até que um impulso me levou a pesquisar o nome dela na internet. O obituário apareceu: "Falecida há três meses." Minha mente girava. Se a mãe dele estava morta, onde estava Pedro? A dor da traição virou uma raiva gelada. Então, nas redes sociais de Clara, nossa empregada, uma foto: Pedro na minha casa, abraçado com ela, em uma festa de aniversário. A legenda: "Obrigada ao meu amor, Pedro!" Ele não só mentiu sobre a mãe, mas me humilhou na minha própria casa! A raiva me consumiu. Peguei as chaves, sem chorar, sem gritar. Estava na hora de acabar com aquela festa. Cheguei em casa e ouvi a música alta. Entrei sem ser vista. Lá dentro, Pedro e Clara dançavam, rindo. Ele a beijou. Naquele instante, algo explodiu em mim. A calma se estilhaçou. Caminhei até eles, e o som do meu tapa estalou no ar. "Pá!" A cabeça dele virou. Dei o segundo tapa, mais forte. "Pá!" Ele cambaleou. A festa acabou. Clara se escondeu, choramingando: "Quem é essa louca?" Pedro estava pálido. "É por isso que sua mãe 'doente' precisava de você no hospital?", minha voz era cortante. Os amigos de Clara me insultaram: "Ela é faxineira! Vaza!" Clara mentiu: "Estamos juntos há quase um ano! Ela é obsessiva!" Um ano? Nos casamos há dez meses! Ele vivia uma farsa desde o começo. Me chamaram de "servente" e jogaram bebida em mim. Pedro me observou, sem mover um músculo. "Pedro! Vai ficar aí parado?", implorei. Clara sussurrou para ele, elogiando-o e denegrindo-me. Ele me encarou com frieza. Então, Pedro fez sua escolha: "Saia da minha casa, Sofia." Eu o encarei, o sangue da minha mão manchando os cacos de vidro que me feriram quando ele me empurrou contra a mesa. "Você não faz ideia do que acabou de fazer. Esta casa é minha. Sua empresa, seu carro, suas roupas... tudo foi pago com o meu dinheiro. Você é um nada sem mim. E, a partir de hoje, você voltará a ser exatamente isso: um nada."”
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