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Vingança Que Ninguém Esperava

Capítulo 4 

Palavras: 484    |    Lançado em: 04/07/2025

ermelho deu mais um passo, par

ome daqui, antes que a gente te tire à força.

a a dona daquela casa, a verdadeira "gente rica" ali, e estava sendo tratada co

ximou e, sem aviso, jogou o conteúdo do seu copo em mim. O líquido gelado e pegajoso, provavel

de álcool e suco artificial invadiu minhas

ê estava com sede" , a garota

" , outro zombou. "Uma aparência que

ue ameaçava me consumir. Eu ignorei todos eles. M

uviu os insultos, e não moveu um músculo para me defender.

z, trêmulo e carregado de uma dor indescritível. "Voc

para ele mostrar um pingo de decência,

dele, passando a mão suavemente pelo braço dele, a voz um sussurro sedutor e

ente dos meus amigos. Ela não te respeita. Uma mulher que te amasse de verdade não f

justificada como um ataque à honra dele, e a

cêntrico como era,

alculada. Ele olhou para mim, a mulher que ele havia jurado amar e proteger, agora encharc

ha dele n

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Vingança Que Ninguém Esperava
Vingança Que Ninguém Esperava
“As malas estavam prontas, e eu sonhava com uma viagem romântica que Pedro, meu noivo, prometeu há meses. De repente, o telefone tocou: a mãe dele estava "doente" no hospital, cancelando tudo. Senti uma pontada de decepção, mas a preocupação tomou conta... até que um impulso me levou a pesquisar o nome dela na internet. O obituário apareceu: "Falecida há três meses." Minha mente girava. Se a mãe dele estava morta, onde estava Pedro? A dor da traição virou uma raiva gelada. Então, nas redes sociais de Clara, nossa empregada, uma foto: Pedro na minha casa, abraçado com ela, em uma festa de aniversário. A legenda: "Obrigada ao meu amor, Pedro!" Ele não só mentiu sobre a mãe, mas me humilhou na minha própria casa! A raiva me consumiu. Peguei as chaves, sem chorar, sem gritar. Estava na hora de acabar com aquela festa. Cheguei em casa e ouvi a música alta. Entrei sem ser vista. Lá dentro, Pedro e Clara dançavam, rindo. Ele a beijou. Naquele instante, algo explodiu em mim. A calma se estilhaçou. Caminhei até eles, e o som do meu tapa estalou no ar. "Pá!" A cabeça dele virou. Dei o segundo tapa, mais forte. "Pá!" Ele cambaleou. A festa acabou. Clara se escondeu, choramingando: "Quem é essa louca?" Pedro estava pálido. "É por isso que sua mãe 'doente' precisava de você no hospital?", minha voz era cortante. Os amigos de Clara me insultaram: "Ela é faxineira! Vaza!" Clara mentiu: "Estamos juntos há quase um ano! Ela é obsessiva!" Um ano? Nos casamos há dez meses! Ele vivia uma farsa desde o começo. Me chamaram de "servente" e jogaram bebida em mim. Pedro me observou, sem mover um músculo. "Pedro! Vai ficar aí parado?", implorei. Clara sussurrou para ele, elogiando-o e denegrindo-me. Ele me encarou com frieza. Então, Pedro fez sua escolha: "Saia da minha casa, Sofia." Eu o encarei, o sangue da minha mão manchando os cacos de vidro que me feriram quando ele me empurrou contra a mesa. "Você não faz ideia do que acabou de fazer. Esta casa é minha. Sua empresa, seu carro, suas roupas... tudo foi pago com o meu dinheiro. Você é um nada sem mim. E, a partir de hoje, você voltará a ser exatamente isso: um nada."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10