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Prisão do Porão Cruel

Capítulo 1 

Palavras: 740    |    Lançado em: 04/07/2025

me lembrava que eu ainda estava viva

oram c

do meu mar

u meses se passaram. O mofo nas paredes e a

estacarem sob a pele. Sobrevivo com os restos que a

esposa de Mateus, o empresári

uma prisioneira em

ira. A luz forte da porta se ab

Lari

tes de tudo isso acontecer. Seu cabelo estava perfeitamente penteado

fato,

rida, como

com cuidado, segurando uma bandeja com um pequeno prato de

zer seu

no chão sujo, a uma di

com os olhos vazios. Falar gasta

iu, um sorri

um anel de diamante enorme. Ele disse que finalmente

ando o anel que brilhava

ue Mateus ti

an

Leo logo vai me chamar de 'mamãe' oficialmente. Ele te esqueceu completam

A dor no meu coração era mil veze

porta se abr

Ma

onente. Seus olhos, que um dia me olharam com tant

tá fazendo aqui? Eu te

via uma nota de preocupa

Larissa disse, com uma voz chorosa, correndo para os braços d

at

abraçou c

amor. Não deveria se pre

para mim

a? Pensei que já ter

vra era u

i, minha voz rouca pe

usa perguntar por quê? Você empurrou a Larissa da es

usão, ela se jogou no chão e me acusou. E ele acreditou nela, su

Mateus, de repente ficou pál

coração..."

ntrou em

e foi? Seu cor

u no colo

! É tudo culpa sua!" ele gritou para mim, antes de s

e mergulhando na esc

ação

ceu em nossas vidas, seu "coração fraco" era a razão

a qual eu estava

eda" era um primo distante dela. Era tudo uma farsa. Uma

-

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Prisão do Porão Cruel
Prisão do Porão Cruel
“Trancada no porão imundo da minha própria casa, a dor latejante nos tendões cortados era meu lembrete cruel de que eu ainda estava viva. Meu marido, Mateus, o homem que um dia jurou me amar e proteger, havia ordenado minha mutilação. Dias se arrastavam em uma escuridão úmida, minha antes luxuosa vida como senhora da casa, esposa do empresário mais bem-sucedido da cidade, reduzida a sobras jogadas como para um cão. Então ela apareceu, Larissa, a mulher por quem Mateus me trocou, desfilando com meu vestido e o anel que deveria ser meu. Ela sorria vitoriosa, anunciando o noivado e debochando que meu filho, Leo, a chamaria de "mamãe" - tudo enquanto me acusava de tentar matá-la e Mateus, cego, concordava. Minha alma foi dilacerada ao ver meu filho, meu pequeno Leo, me atirar um brinquedo, chamando-me de monstro, as mentiras de Larissa enraizadas em sua mente inocente. Quando Mateus confirmou que acreditava nela, sem sequer olhar para mim, a última partícula de esperança e amor dentro de mim se estilhaçou, me lançando em uma risada vazia e insana. Foi então que uma voz mecânica ecoou em minha mente, anunciando que eu estava em um romance, que minha "missão de amor" falhara e que eu seria extraída em 24 horas. A dor de saber que tudo era uma farsa cruel me afogou, transformando meu sofrimento em um espetáculo sem sentido. No dia da minha "execução", amarrada a uma mesa, Larissa revelou seu plano macabro: meu coração seria transplantado para ela, por ordem de Mateus, que desejava minha morte lenta e dolorosa como "castigo". Mas, em um golpe de sorte ou destino, meu filho Leo apareceu, chocando Mateus e revelando a farsa, culminando em minha "morte" e extração para meu mundo original. De volta à realidade, confrontada com a doença de minha avó e a oportunidade de vingança, uma nova chance de reescrever meu destino naquele mundo de mentiras se abriu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10