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O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe

Capítulo 1 

Palavras: 742    |    Lançado em: 04/07/2025

ivesse a desabar. Segurei a pequena urna de madeira, sentindo o seu peso frio na

charcando-me até aos ossos, mas eu não sentia nad

entrada tentar

rar assim. O Capitão C

r, a minha voz soando estranh

Vim entregar-lhe os

is velhos, que me

. dêem um passo atrás. O Capitão tem

Eu já tinha recu

um sorriso amargo a fo

quatro anos, ele assinou estes papéis. Eu só pr

m segredo bem guardado. Uma união forçada, que William acreditava ter sid

falhar pela primeira vez, "o nosso

el. A negligência dele, a sua crueldade

iforme, mas em roupas civis, a sair apressad

aqui? Não te disse para não

qualquer emoção. Ele nem sequer

tá morto,

a sua impaciência a tr

a brincar no jardim esta manhã. Estás a usar

o seu filho, Noah, pela mão. O seu ro

illiam tem estado tão preocupado cont

ou para mim. "O papá disse que o

ei ter morrido com o meu fil

pero. "O teu castigo matou-o! Ele ficou na tempestade, com fe

nejou. O seu olha

recisa de mim. O c

a, descartando a minha dor

orioso que só eu conseguia

tempestade. Podes pedir à Raina para nos fazer

u ele instantanea

z dura como aço. "Ouviste. Vai

va que tinha matado o meu. A minha tia, a mãe de Lilith, sempre a tinha favorecido. Agora,

ificou-se no meu cora

itar a ausência de Léo. Abracei a urna com forç

mor. Mamã vai levar-te

O seu olhar caiu sobre a urna e depois par

ção do Léo, aquela figa de madeira que

Ele queria tirar-me a última cois

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O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe
O Preço da Negação: A Vingança de Uma Mãe
“Naquela tarde de 1995, sob uma chuva torrencial no Rio de Janeiro, segurei a pequena urna com as cinzas do meu filho de três anos, o Léo. Fui até o quartel do BOPE, encharcada, para pedir ao meu marido, William, uma simples assinatura para o seu enterro. Mas a realidade desabou sobre mim. William, cego pela sua amante Lilith, não só negou a morte do nosso filho, chamando-o de "mau" e "vivo", como me acusou de "drama" e de "chamar a atenção". Ele se recusou a assinar o atestado de óbito, humilhando-me publicamente e me forçando a uma barganha cruel: a assinatura para Léo em troca da minha renúncia a tudo, adotando o filho de Lilith. A casa que partilhávamos incendiou-se, e ele me abandonou às chamas, salvando-a a ela. Como se podia amar alguém assim? Como um pai podia ser tão cego e cruel ao ponto de negar a existência do próprio filho, morto por sua negligência e castigo? Foi ali, com a dor a rasgar-me a alma e as cinzas do meu Léo nas mãos, que a chama da minha liberdade acendeu. Prometi a mim mesma que o tiraria daquele inferno e nunca mais olharia para trás.”
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