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O Ultimato de uma Noiva: Adeus, Mentiras!

Capítulo 3 

Palavras: 322    |    Lançado em: 04/07/2025

rtunidade, insistiu que fi

celebrar! Preparei o prato favor

te a encher a sala. Lagostas, camarões, amêijoas. E no

ue me podia mandar para o hospital. Mas ninguém se importou.

lado da Raegan, servindo-a, descascando-lhe os camarões, tod

sidades, os meus gostos, os meus desejos eram completamente ignorados em favor da Raegan. Os sinais

almente terminou, l

o, levantando-se também, a sua máscara

reciso,"

-me até à porta. O seu tel

undo? Acho que preciso de ma

uma hesitação mome

minha voz plana.

vo. Virou-se e voltou para dentr

ercebi que ele nunca se importaria se eu chegasse a casa em segurança, ou se a verdade alguma vez viess

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O Ultimato de uma Noiva: Adeus, Mentiras!
O Ultimato de uma Noiva: Adeus, Mentiras!
“O véu branco esconde a verdade, mas não a dor. Estava prestes a casar com Hugo Gordon, o magnata da comunicação, o homem que todos viam como a epítome do amor e da devoção. O meu vestido de noiva, desenhado por ele, era uma obra-prima cravejada de gemas. Deveria estar a flutuar de alegria, mas a minha voz soava estranhamente distante aos meus próprios ouvidos. A farsa começou a desmoronar-se na noite em que o ouvi confessar: o seu "amor" por mim era apenas um ardil para afastar-me de Jacob e abrir caminho para a felicidade da minha irmã, Raegan. Ele "salvou-me" com a doação de um rim, mas percebi que até esse sacrifício era para garantir que a futura "cunhada" da Raegan estivesse saudável. Eu não era uma noiva, mas um peão no jogo deles. Toda a minha vida, a minha família me tratou como um fardo, um ruído de fundo, enquanto a Raegan era adorada. Os meus pais ignoravam a minha alergia a marisco, servindo-o no jantar, com Hugo descascando camarões para a Raegan, alheio a mim. Quando a Raegan simulou uma queda, Hugo abandonou-me no meio da multidão, deixando a minha lanterna dos desejos por acender, correndo para ela. Nas lanternas que ele comprara para mim, estavam escritos apenas desejos para a Raegan. A aceitação da traição, da indiferença, da pura malícia, esmagou-me, mas trouxe uma clareza gelada. Será que alguém alguma vez amou a Liza Hayes? Seria eu apenas um fardo, uma sombra, um meio para os fins alheios? A ilha esperava-me, a minha fuga estava traçada. Eu ia desaparecer, renascer das cinzas deste mundo de mentiras e construir a minha própria paz, mesmo que a minha felicidade fosse comprada. A minha vingança já estava em curso.”