icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso

Capítulo 4 

Palavras: 733    |    Lançado em: 04/07/2025

da minha avó. A luz do sol entrava pela janela,

ncio. Ela não fez perguntas, e eu estava-lhe grata por isso.

," disse eu, quebrando o silêncio.

ue eu vá

reciso de fazer

ãe, um homem simpático e de cabelos grisalhos cha

, Ana," disse ele, enquanto me entregava um

nha mãe deixou-me a casa onde cresci, as sua

pasta, com o meu nome escrito com

ar isto pessoalmente," disse

dos a tremer. Dentro, hav

cei

queri

muito, minha filha. Lamento por toda a dor que te causei e por não

e estás prestes a entrar. Eu cometi um erro terrível há

, e eu estava a lutar para te criar sozinha. O Rui ofereceu-me estabili

troladora, para o seu favoritismo descarado pela

rinho do Rui. E

meu coração paro

rinho do Rui. El

forma como o Rui defendia o Pedro. A forma como o Pedro estava sempre na casa deles.

a tremer tanto que mal

desse caso. A mãe dele morreu no parto, e a família do Rui, para evitar o escândalo

ou-me, disse que se eu contasse a alguém, ele faria da nossa vida u

o com a Joana, e temo que tenha envenenado a tua relação com o Pedro.

doa

estou a dizer, bem como outros documentos que o Rui não sabe que eu tenho. Usa-os

Sê feliz. É tudo o que

do o m

ã

tinha segurado por tanto tempo fina

de tristeza. Eram

ham construído a minha vida, o meu f

arranjo conveniente para manter o segredo de f

ra mim com preocupação

rme apesar das lágrimas. "Está

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso
O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso
“O funeral da minha mãe tinha acabado. Estava exausta, de luto, e com a mão da minha avó apertando a minha. No bolso, o telemóvel vibrava incessantemente, com mensagens do meu noivo, Pedro. Mas eu sabia que aquele era o fim. O funeral da minha mãe. E o meu noivado. Deixei a chamada ir para o voicemail, mas uma mensagem chegou de imediato. "Amor, desculpa não ter podido ir. O Afonso está com febre terrível. A Joana está a caminho para me ajudar." A Joana. A minha meia-irmã. A mulher que nunca me apoiou. Uma risada seca escapou dos meus lábios. Respondi, os dedos a tremer: "Pedro, acabou. Não quero mais isto." A sua resposta veio quase instantânea, cheia de fúria e manipulação. "Estás a brincar? Acabar por causa disto? Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Joana é difícil?" Ele não compareceu ao funeral da minha mãe porque o sobrinho dele tinha febre. Entretanto, a minha mãe tinha lutado contra o cancro por dois anos, e ele nunca arranjou tempo para a visitar. O meu noivo, o homem para quem eu ia casar, era conveniente. As suas palavras e as do meu padrasto, Rui, ecoavam: "O Pedro está de coração partido por tua causa!" Mas algo estava errado. Demasiado errado. Decidi ir atrás da verdade, com uma raiva que me dava forças. Abri a aplicação de localização para encontrar Pedro, e ele não estava em casa. Ele estava num bar de encontros no centro da cidade. E lá estava ele. Com a minha meia-irmã, Joana. A sua cabeça no ombro dele, a rir. Não estavam a consolar-se, mas a desfrutar de uma intimidade que eu nunca conheci. Não havia sinal de um sobrinho doente. Não havia sinal de um noivo de coração partido. Apenas cumplicidade. Em choque, tirei o anel de noivado do meu dedo e deixei-o cair sobre a mesa, o som final de um mundo a desmoronar. "Podes ficar com isto," disse, a minha voz fria. "Talvez sirva na Joana." Saí. Livre. E sozinha. Mas como a minha mãe me deixou sozinha com os segredos desta família? Que outras mentiras me tinham contado? O que é que eles estavam realmente a esconder?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10