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O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso

Capítulo 3 

Palavras: 660    |    Lançado em: 04/07/2025

létrico. O seu rosto passou de surpresa para pâ

e estás a

tou no assento, um sorriso subtil a brincar nos seus lábios. Ela cru

di, o meu olhar fixo em Pedro. "Mas parece q

pudesse apagar a cena que eu acabara de presenciar. "Não é o que parece. A

minha mãe também? Que estranho, ela não s

a atenção das mesas vizinhas. "A Joana está a passa

a, querida, não faças uma cena. Estás a passar por um momento difícil, as tuas emo

etamente para ela. "Processar como final

a fração de segundo. "Isso é

te-me tanto que estás aqui, a rir e a beber com o meu noivo, en

. "Já chega, Ana! Estás a ser histérica

u braço, mas eu

da para falar. Eu vi tudo

o. A pedra brilhava sob as luzes fracas

, tirei o anel do dedo. Ele

em frente a Pedro. O som metálico foi peque

er ligeiramente pela primeira vez. "Talvez sirva na

sair, sem ol

oz de Pedro estava

dar, passando pelas pessoas, pel

escapar daquele lugar sufocant

a noite. O meu corpo tremia, não de frio, mas de uma m

ado. Realme

ocou. Era Pedro.

de novo.

sagens começa

comigo. Tu interpret

e. Não fa

rmã para mim, nunca h

nto de desapego. As suas palav

agens e bloquee

i o número da J

odas as

na rua, uma constatação ating

tinha-se ido. O meu noivo tinha-me traído.

or, senti uma faí

erd

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O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso
O Funeral e o Fim: Um Recomeço Doloroso
“O funeral da minha mãe tinha acabado. Estava exausta, de luto, e com a mão da minha avó apertando a minha. No bolso, o telemóvel vibrava incessantemente, com mensagens do meu noivo, Pedro. Mas eu sabia que aquele era o fim. O funeral da minha mãe. E o meu noivado. Deixei a chamada ir para o voicemail, mas uma mensagem chegou de imediato. "Amor, desculpa não ter podido ir. O Afonso está com febre terrível. A Joana está a caminho para me ajudar." A Joana. A minha meia-irmã. A mulher que nunca me apoiou. Uma risada seca escapou dos meus lábios. Respondi, os dedos a tremer: "Pedro, acabou. Não quero mais isto." A sua resposta veio quase instantânea, cheia de fúria e manipulação. "Estás a brincar? Acabar por causa disto? Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Joana é difícil?" Ele não compareceu ao funeral da minha mãe porque o sobrinho dele tinha febre. Entretanto, a minha mãe tinha lutado contra o cancro por dois anos, e ele nunca arranjou tempo para a visitar. O meu noivo, o homem para quem eu ia casar, era conveniente. As suas palavras e as do meu padrasto, Rui, ecoavam: "O Pedro está de coração partido por tua causa!" Mas algo estava errado. Demasiado errado. Decidi ir atrás da verdade, com uma raiva que me dava forças. Abri a aplicação de localização para encontrar Pedro, e ele não estava em casa. Ele estava num bar de encontros no centro da cidade. E lá estava ele. Com a minha meia-irmã, Joana. A sua cabeça no ombro dele, a rir. Não estavam a consolar-se, mas a desfrutar de uma intimidade que eu nunca conheci. Não havia sinal de um sobrinho doente. Não havia sinal de um noivo de coração partido. Apenas cumplicidade. Em choque, tirei o anel de noivado do meu dedo e deixei-o cair sobre a mesa, o som final de um mundo a desmoronar. "Podes ficar com isto," disse, a minha voz fria. "Talvez sirva na Joana." Saí. Livre. E sozinha. Mas como a minha mãe me deixou sozinha com os segredos desta família? Que outras mentiras me tinham contado? O que é que eles estavam realmente a esconder?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10