icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Vingança da Mulher Invisível

Capítulo 2 

Palavras: 749    |    Lançado em: 07/07/2025

, trouxeram Isabela com eles. Ela entrou no meu quarto como se fosse a don

o tom de preocupação. "Isabela está tão ab

pescoço, o colar de pérolas. Em seu pulso, uma pulseira de diamante

melosa. Seus olhos, no entanto, estavam cheios de desprezo. "Pedro está

ta. Você está sendo egoísta. Pense no nome da

, levantando-me da cama. "Ele me tra

medalhão de ouro que estava na minha mesa de cabeceira. Era a única joia que me

o cruel. "Mas é um pouco simples demais pa

no silêncio do quarto. Eu olhei para o pequeno pedaço de ouro quebrado no chão, e algo dentro de mim se partiu j

no meu rosto e o sorriso satisfeito no de Isabela. Por um instante, vi uma sombra de surpre

do aqui?" , ele pergun

ço. "Eu só estava tentando conversar com Marília, mas ela... ela es

e seu rosto se fechou. Ele não questionou, nã

ura me intimidava, mas eu não recuei. Eu o encarei, olho no olho,

s refeições serão trazidas até você. Você não fala, a menos que alguém fale com você. Sua única função nesta casa é

ão me via mais como uma pessoa. Eu era um objeto, uma posse. A fonte da

tinuei a encará-lo, o silên

a obteve, sua mandíbula se contraiu de raiv

meus pais. "Deixem-na com seu mau

vez, eu ouvi o som inconfundível da cha

rado. A mulher que amava Pedro, a mulher que acreditava em família, a mulher que perdoava tudo, morreu naquele instante. Em seu lugar, nasceu outra pessoa. Uma pessoa forjada pel

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Vingança da Mulher Invisível
A Vingança da Mulher Invisível
“O cheiro de café torrado e bolo de fubá, antes sinônimo de lar, virou aroma de velório. Minha irmã adotiva, Isabela, brindava ao lado do meu marido, Pedro, usando o colar de pérolas que ele me deu em nosso primeiro aniversário de casamento, com um sorriso de triunfo venenoso. Pedro, o homem por quem larguei tudo, anunciava Isabela como sua nova sócia, enquanto meus pais adotivos, Fernando e Lúcia, a olhavam com um orgulho que nunca direcionaram a mim. Todos aplaudiam, me tornando invisível, uma peça de mobília esquecida, meu lugar na vida, na empresa e ao lado de Pedro sendo entregue publicamente. Depois de meses presa, ouvi Isabela dizer a Pedro: "Ela não serve mais para nada. É só um peso morto", e a resposta dele, resignada, foi: "Sei, mas as coisas melhoraram quando ela chegou. Não quero arriscar." Eu era um amuleto da sorte para eles, mas sem o qual o império deles desmoronaria. Meus pais e Isabela me visitaram no meu quarto-prisão, ela jogou no chão o medalhão de ouro da minha avó, a única joia que me restava, a última conexão com o amor incondicional, e ele se partiu. Naquele instante, Pedro chegou e, sem questionar, acreditou na mentira de Isabela, que eu mesma havia jogado o medalhão. Ele se aproximou, e com uma voz baixa e perigosa, declarou: "A partir de hoje, as regras mudam. Você não sai deste quarto. Sua única função nesta casa é existir. Você é meu amuleto, Marília. E amuletos não têm vontade própria. Eles ficam guardados na caixa. Entendeu?" A mulher que amava Pedro, que acreditava em família, morreu naquele instante, e em seu lugar, nasceu uma pessoa forjada pela traição e dor, uma pessoa que faria Pedro Alcântara se arrepender amargamente. Eu estava grávida de cinco meses quando Isabela me convidou para um passeio a cavalo. Ela assustou o cavalo, me fazendo cair e perder nosso bebê, e a última coisa que vi em seus olhos não foi pânico, mas triunfo. Pedro me internou em uma clínica psiquiátrica de luxo, me tratando como louca, humilhando-me com mentiras sobre meu estado mental. Descobri que Isabela sussurrou para ele que a gravidez talvez não fosse dele, usando como desculpa para me trancafiar e calar. A tristeza deu lugar ao ódio, e eu decidi que Pedro e Isabela iriam pagar, não apenas pela perda do meu filho e da minha liberdade, mas por cada humilhação. No quarto, Isabela me acusou de empurrá-la, e Pedro, sem hesitar, me agrediu, me dando um tapa. "Se eu morrer, Pedro", eu disse, a voz cheia de veneno, "Se algo acontecer comigo... você perde tudo. Tudo." Ele hesitou, e eu sabia que ele, em algum nível, acreditava em minhas palavras. Pedro me arrastou para o porão escuro, fedorento a mofo, onde guardavam querosene e jornais velhos, e me jogou como um saco de lixo, fechando a porta e trancando-a. "Você vai ficar aqui até aprender a se comportar. Sem comida, sem água, até que você me peça perdão de joelhos." No escuro, a raiva se transformou em fogo, e com os restos de querosene e fósforos, incendei o porão. Enquanto eles corriam, e Pedro me chamava, eu escapei por uma pequena janela enferrujada e corri pela floresta escura, enquanto a casa dos Alcântara queimava e Pedro via sua sorte morrer nas chamas. A sorte de Pedro se tornou uma maldição, e ele viu seu império desmoronar enquanto eu estava livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10