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A Vingança da Mulher Invisível

Capítulo 3 

Palavras: 870    |    Lançado em: 07/07/2025

aldade. Eu costumava olhar para Pedro e acreditar que tínhamos um amor assim, um amor de contos de fadas. Que tola eu fui. O amor não er

rimir veio à tona com a força de

e, flutuando em um mar de felicidade. Pedro parecia feliz também, embora um pouco distante. Isabela, por

onvidou para um

mpo vai fazer bem para você

Mas Pedro me encorajou. "Vá, meu amor.

pente se assustou, empinando e relinchando. Ele veio para cima do meu, que se desequilibrou. Tudo aconteceu muito rápido. Lembro-me de gritar, de sentir o impacto surdo contra o chão, e depoi

paredes eram brancas, o cheiro era de desin

o meu bebê?" , per

"Sinto muito. Você sofreu uma

som de pura agonia que parecia rasgar min

s tarde. Seu rosto

moção. "O médico disse que o trauma... afetou sua ment

"Pedro, me leve para cas

fria como gelo. "Você está deli

os mandavam seus parentes inconvenientes. Fui diagnosticada com "histeria pós-traumática com tendências paranoicas" . Fui dopada, sedada. Os

enfermeiros que seguiam as ordens de Pedro. Minha dor foi invalidada, minha verdade foi chama

, cruel. Uma tarde, duas enfermeiras conversavam no corredo

"O marido dela parece tão devotado, sempr

Ouvi o Dr. Bastos dizendo que foi o próprio Sr. Alcântara quem sugeriu o diagn

irmã parece

u para o marido que a gravidez talvez não fosse dele. Que a Sra.

apenas causou a morte do meu filho, ela envenenou Pedro contra mim e contra a memória do nosso próprio bebê. E el

ocado. Eu parei de chorar. Parei de lutar. Tornei-me a paciente modelo. Tomei meus remédios, sor

o. Eu sabia que precisava ser paciente. Precisava esperar o momento certo para fazer Pedro e Isabela pagarem. Não apenas pelo meu filho, não apenas pel

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A Vingança da Mulher Invisível
A Vingança da Mulher Invisível
“O cheiro de café torrado e bolo de fubá, antes sinônimo de lar, virou aroma de velório. Minha irmã adotiva, Isabela, brindava ao lado do meu marido, Pedro, usando o colar de pérolas que ele me deu em nosso primeiro aniversário de casamento, com um sorriso de triunfo venenoso. Pedro, o homem por quem larguei tudo, anunciava Isabela como sua nova sócia, enquanto meus pais adotivos, Fernando e Lúcia, a olhavam com um orgulho que nunca direcionaram a mim. Todos aplaudiam, me tornando invisível, uma peça de mobília esquecida, meu lugar na vida, na empresa e ao lado de Pedro sendo entregue publicamente. Depois de meses presa, ouvi Isabela dizer a Pedro: "Ela não serve mais para nada. É só um peso morto", e a resposta dele, resignada, foi: "Sei, mas as coisas melhoraram quando ela chegou. Não quero arriscar." Eu era um amuleto da sorte para eles, mas sem o qual o império deles desmoronaria. Meus pais e Isabela me visitaram no meu quarto-prisão, ela jogou no chão o medalhão de ouro da minha avó, a única joia que me restava, a última conexão com o amor incondicional, e ele se partiu. Naquele instante, Pedro chegou e, sem questionar, acreditou na mentira de Isabela, que eu mesma havia jogado o medalhão. Ele se aproximou, e com uma voz baixa e perigosa, declarou: "A partir de hoje, as regras mudam. Você não sai deste quarto. Sua única função nesta casa é existir. Você é meu amuleto, Marília. E amuletos não têm vontade própria. Eles ficam guardados na caixa. Entendeu?" A mulher que amava Pedro, que acreditava em família, morreu naquele instante, e em seu lugar, nasceu uma pessoa forjada pela traição e dor, uma pessoa que faria Pedro Alcântara se arrepender amargamente. Eu estava grávida de cinco meses quando Isabela me convidou para um passeio a cavalo. Ela assustou o cavalo, me fazendo cair e perder nosso bebê, e a última coisa que vi em seus olhos não foi pânico, mas triunfo. Pedro me internou em uma clínica psiquiátrica de luxo, me tratando como louca, humilhando-me com mentiras sobre meu estado mental. Descobri que Isabela sussurrou para ele que a gravidez talvez não fosse dele, usando como desculpa para me trancafiar e calar. A tristeza deu lugar ao ódio, e eu decidi que Pedro e Isabela iriam pagar, não apenas pela perda do meu filho e da minha liberdade, mas por cada humilhação. No quarto, Isabela me acusou de empurrá-la, e Pedro, sem hesitar, me agrediu, me dando um tapa. "Se eu morrer, Pedro", eu disse, a voz cheia de veneno, "Se algo acontecer comigo... você perde tudo. Tudo." Ele hesitou, e eu sabia que ele, em algum nível, acreditava em minhas palavras. Pedro me arrastou para o porão escuro, fedorento a mofo, onde guardavam querosene e jornais velhos, e me jogou como um saco de lixo, fechando a porta e trancando-a. "Você vai ficar aqui até aprender a se comportar. Sem comida, sem água, até que você me peça perdão de joelhos." No escuro, a raiva se transformou em fogo, e com os restos de querosene e fósforos, incendei o porão. Enquanto eles corriam, e Pedro me chamava, eu escapei por uma pequena janela enferrujada e corri pela floresta escura, enquanto a casa dos Alcântara queimava e Pedro via sua sorte morrer nas chamas. A sorte de Pedro se tornou uma maldição, e ele viu seu império desmoronar enquanto eu estava livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10