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A Última Vez Que Acreditei

Capítulo 4 

Palavras: 698    |    Lançado em: 07/07/2025

frente batendo m

e, mas ele não voltou. O silêncio qu

órcio ainda estavam na mesa, ma

se

cozinha, enrolada em um

i, incapa

raçou. "Você fez

eal. O fim de um casamento, mesmo

. Comecei o processo de apagar Diogo da minha vida. Gua

lembrança, uma peque

cebi uma ligação de u

com cautel

a E

, quase hesitante. M

eu perguntei, minha

s," ela disse. "Eu nunca quis caus

ngasguei. "Você não quis? Eva, você tem

os apenas amigos. Ele estava preocupado

" eu disse, e eu realmente sentia. "Mas sua dor não te dá o direito de

divórcio," sua voz era um sussu

ra ele sabe como eu me senti por dois anos. Diga a ele para

e ama," el

ando minha irmã estava em uma cama de hospital. Ele não estaria em Lisboa, segur

o outro lado da lin

assinar os papéis," re

a. A audácia dela, de me l

ormir. A conversa continuava

manhã, meu telefo

ign

de novo.

ndi, pronta para gritar.

, sua voz embargada. "Por fa

os. Eu não tenho

apressadas. "Eu fui um idiota. Eu estava confuso

ireito há dois an

ero. É você que eu amo. A Eva... foi um erro. Eu disse a

pre quis ouvir. E agor

demais,

hance. Eu vou provar para você. Eu vou para a terapia

a exaustão me domi

antar. Apenas para conversar. Se depois disso você ainda quiser

im, a parte tola e esperan

eu suspirei.

m sua voz palpável. "Obrigado, Jo

ava o telefone, eu já

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A Última Vez Que Acreditei
A Última Vez Que Acreditei
“O cheiro a desinfetante ainda estava nas minhas narinas. Minha irmã Ana tinha acabado de sair de uma cirurgia de emergência no hospital. Meu marido, Diogo, estava ali, ao meu lado, no hospital. Mas os seus olhos estavam colados no telemóvel. "A Eva ligou," ele disse, as palavras penduradas no ar como veneno. "O pai dela morreu. E-eu tenho que ir a Lisboa. Ela precisa de mim." Eva. A ex-namorada que ele nunca esqueceu. "E quanto a nós?" minha voz tremeu, enquanto eu jazia, convalescendo. "E quanto à sua mulher e à sua cunhada recém-operada?" A resposta foi um olhar irritado e um adeus apressado. Ele voou para Lisboa para cuidar dela, para ser o seu "amor" no Instagram. A esposa dele, a mulher que o amava, que estava ali, no quarto estéril de um hospital, não merecia nem uma chamada. Ele nem sequer me queria em casa. Queria-me fora, a cuidar de Ana. Pergunto-me, ele realmente não entende? Ou eu finalmente entendi? Olhei para os documentos do divórcio. Quando ele voltasse, não encontraria uma esposa. Encontraria papéis prontos para serem assinados.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10