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Pesadelo Conjugal: O Despertar

Capítulo 2 

Palavras: 662    |    Lançado em: 07/07/2025

ava para o melhor hospital da cidade, o som da sirene uma trilha sonora para seu desesp

vinte minutos, o rost

stá o Pedro? A Maria me disse

TI pediátrica. Dona Sofia levou a mão à boca, os olhos cheios

o que acont

o confortá-lo, mas Joã

Sofia. Foi

indiferença dela, sobre a forma como o encontrou. Dona S

acreditar... m

sussurro rouco. Ele mostrou a mensagem no celular.

seu rosto se transformou. A tris

eu sabia. Eu sabia que

ular e ligou para a fil

a coisa?", a voz de M

que seu filho está em uma U

maginar a expressão de Maria, p

ndo um drama. O Pedro só precisa de um

erdendo o controle. "Ele pode morrer, sua idio

Miguel que indicou. Agora, se me dão licença, eu ten

sligou n

de esperança morrer. Ele olho

a. Hoje. Eu não posso mais

antra, a única coisa que fazi

lho... eu só quero o

responsável por Pedro se

a Sofia. Nós fizem

sa, e o coração

elétricos causaram danos severos e generalizados.

o corredor silenc

o ficou escuro. Ele desabou no chão, o co

va em ser jogador de futebol. Seu Pedro, que tinha o sorriso mais doce d

relógio. Por causa

ranco do hospital, o ro

ussurrou para o

çou a crescer em meio à dor. U

ital, assustando as enfermeiras que passavam. "Eu dou tudo que eu te

, exceto as paredes frias e a promessa de

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Pesadelo Conjugal: O Despertar
Pesadelo Conjugal: O Despertar
“João Silva encontrou um panfleto perturbador na gaveta da cozinha, anunciando uma "escola de reabilitação comportamental" para crianças. Seu filho Pedro, de apenas seis anos, não precisava de reabilitação, mas a voz gélida de sua esposa Maria confirmou que ela havia matriculado o menino por ter quebrado o relógio caro do amigo dela, Miguel. O mundo de João desabou ao chegar à "escola": um prédio cinzento e cercado por arame farpado. Ele invadiu o local, encontrando Pedro inerte, pálido, com fios conectados à cabeça e braços, e uma máquina de eletrochoque ao lado da cama. Seu filho estava em coma. Um enfermeiro gaguejou desculpas, mencionando "protocolo de contenção" e "dosagem alta demais". Em meio ao desespero, João ligou para Maria, mas só obteve sua caixa postal. Ao ligar para Miguel, ouviu a risada de Maria ao fundo. "Diz que eu não posso falar, amor. Estamos comemorando", sussurrou ela. No mesmo instante, uma mensagem de Maria para um grupo de amigas, que o incluiu por engano, mostrava uma foto dela sorrindo, abraçada a Miguel, com a mão na barriga e a legenda: "Finalmente vamos ter nossa própria família! Grávida do homem da minha vida!" João caiu de joelhos, segurando a mão de seu filho em coma. A traição brutal e a destruição de sua família o afogaram em uma dor indescritível e em um profundo sentimento de injustiça. Naquele momento, uma fúria fria começou a borbulhar, substituindo a dor avassaladora. João sabia o que precisava fazer. Ele tiraria seu filho dali, acabaria com seu casamento e garantiria que Maria e Miguel pagassem por tudo que haviam feito.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10