icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Renascida da Dor, Caçadora da Justiça

Capítulo 2 

Palavras: 786    |    Lançado em: 07/07/2025

spital. O meu corpo ainda estava fr

er as malas. Não eram muita

o que eu partilhava com o Ped

fia e a sua mãe, a minha sogra, estava

pé junto à janela,

minha sogra olhou p

se ela, a sua voz cheia de veneno. "Depois

ção era ainda mais di

espondi, a minha voz mais

meses. O que esperavas que acontecesse? E depois, quando o meu pai estava a morrer,

ida!" A minha voz subiu. "Ela

Sofia, levantando-se. "Uma história

eu rosto estava sombrio, os seus

ena?" perguntou ele,

? Dei à luz, Pedro. A nossa fil

lta do hospital. O meu nom

ra os papéis

e a Sofia rapidamente. "Pod

tado em silêncio até entã

"Vocês não têm vergonha? A vossa neta morreu. A vossa nora qu

rcido de raiva. "Não fales connosco sobre ve

torquiu. "Vocês fizeram isso sozinhos,

pois para mim. Por um segundo, vi u

fia colocou a m

" disse ela suavemente. "Lembra-te do q

unca nos demos bem. Ele sempre achou que eu

dúvida desapareceu, substit

divórcio,"

raram no ar, pe

já esperava por isto. Na v

espondi. "

Escrevi rapidamente um acordo de divórcio simples. Sem par

, empurrando o pap

papel, depois p

untei. "Não era i

. "Ela quer fugir. Ela

us olhos estavam

o. Vamos acab

a mão tremeu ligeiramente

como se um peso enorme tives

eu. Peguei na caneta e assine

va f

s coisas," disse eu, vi

ti," disse a Sofia. "

-me lentamen

eus livros. Tudo. Ist

le não disse nada. Ap

dade era a con

raço. "Vamos embora, Helena.

inha

Para o homem que eu amava, que agora era um estranho. P

sto," disse eu, não como um

me e saí, sem

Reclame seu bônus no App

Abrir
Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
“Quando o médico me disse que a minha bebé recém-nascida tinha morrido, o mundo parou. Deitada na cama do hospital, ainda dorida do parto, a única coisa que ouvia era o zumbido nos ouvidos. Nesse momento de luto esmagador, o meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro, mas havia 18 chamadas perdidas. Depois, uma mensagem dele: "Helena, onde estás? O avô dela quer vê-la." O meu sogro tinha acabado de falecer no hospital ao lado. A sua voz, quando finalmente o alcancei, não era de preocupação, mas de pura acusação. "Helena! Finalmente! O pai acabou de falecer. Ele queria ver a neta antes de partir. Porque é que não atendeste as minhas chamadas?" A dor no meu coração era insuportável, mas tentei sussurrar: "A Eva... ela não sobreviveu." Um silêncio frio do outro lado. Não de choque, mas de vazio. Depois, a voz da minha cunhada, Sofia, falsamente doce: "Pedro, querido, não sejas duro com a Helena. Mas o pai... é uma pena que a Helena não tenha chegado a tempo." A raiva ferveu em mim, mas o Pedro respondeu gelado: "Que tipo de desculpa é essa?" Ele não acreditava. Desligou, deixando-me a questionar: Onde estava o homem que amava? Como pôde ele pensar que eu inventaria a morte da nossa filha? Ele não me apoiou. Não me acreditou. Pior, ele me largou. Ele e a sua família deixaram-me sem nada, expulsando-me como lixo. A Sofia, que sempre me odiou, sorria vitoriosa. Eu estava sozinha, despedaçada, mas então a verdade cruel foi revelada: A morte da minha bebé não foi acidente, foi homicídio. Alguém assassinou a minha doce Eva. A polícia foi notificada, mas eu jurei, com o coração em chamas: Eu própria encontraria o monstro que tirou a minha filha de mim, e fê-los-ia pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10